quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

SERÁ QUE NO SOME É ASSIM MESMO? CREDO.... (RS)

Título da Matéria: No SOME é assim




Sintina, retrete, privada, banheiro, WC, toalete. Independente da denominação, o significado é o mesmo. Que o digam os professores do Ensino Modular da Seduc. Este é o dito local à sua disposição no alojamento na localidade Rio Doce, em Abaetetuba(PA). Já pensaram na situação de uma professora grávida ou naqueles dias de TPM? Desconforto é para os fracos.

Vejam os comentários (são até engraçados!):

Blogger Presidente disse...

Que horror! E pensar que não somente por esse nosso "interior" a situação é essa. Nos arredores de Belém, será que não tem disso?

2 de fevereiro de 2012 09:45

Blogger Franssinete Florenzano disse...

Está cheio disso. Nas ilhas da região metropolitana de Belém é assim mesmo, e em todo o interior do Pará. Ribeirinho sofre.
Depois ninguém dá conta de tantos hospitais de alta complexidade.
Se existisse saneamento básico, a população seria sadia.

2 de fevereiro de 2012 09:52

Anônimo Anônimo disse...

Meu Deus Governo e Município em pleno atraso, como pode professores e estudantes esterem vivendo assim??.
Cade o poder público municipal que não oferece nenhum apoio de infraestrutura para essa escola do some?
Enquanto o secretario municipal de educação (******* *********) fica na sua mansão da orgia na vila de Beja esquece do povo das ilhas e do centro(area rural) de Abaetetuba.
Alô autoridades!!!
Dê uma passadinha na casa do secretario em Beja e pergunte aos vizinhos se menores de idade não frequento lá??????

2 de fevereiro de 2012 11:02

Anônimo manoel barbosa disse...

população sadia não é negocio para os governantes, não da dinheiro, ai o desinteresse pelo saneamento básico.

2 de fevereiro de 2012 11:27

Anônimo Anônimo disse...

Como diria a propaganda: "seus problemas acabaram".

A SEDUC vai extinguir o SOME e ministrar aulas a distância, vai ter computador e internet para todos os alunos.

A plataforma de EaD já está em desenvolvimento na PRODEPA.

2 de fevereiro de 2012 15:01

Anônimo Mário disse...

O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DE ABAETETUBA JEFFERSON FELGUEIRAS E A PREFEITA FRANCINETI CARVALHO PODERIAM AJUDAR A DIMINUIR ESSA SITUAÇÃO ONDE QUANDO ASSUMIRAM O GOVERNO MUNICIPAL PROMETERAM OBEDECER A MINUTA DE CONVÊNIO QUE TRATA DA PARCERIA MUNICÍPIO/ESTADO FRENTE AS RESPONSABILIDADES DO SOME. ENQUANTO ISSO GOSTARIAM QUE TODOS PUDESSEM VER A SUA MANSÃO NA VILA DE BEJA ONDE PESSOAS SEM ESCRÚPULOS USAM, ABUSAM E ZOBAM DA MORAL DAS PESSOAS DE BEM, DESSA VILA TÃO PACATA, COM DIREITO A SAUNA *** E TUDO. SEM PRECONCEITO MAS É MUITA BADERNA E FALTA DE VERGONHA CARA DE QUEM DIZ TER ORGULHO DE FAZER PARTE DE UM GOVERNO COMO ESSE .E AINDA O NEPOTISMO NA SECRETARIA NA QUAL O MESMO É RESPONSÁVEL DEVIDO SUA IRMÃ SER SUA SECRETÁRIA.VERGONHA, 2012 É BEM ALI !!!!

2 de fevereiro de 2012 18:21

Anônimo Anônimo disse...

Ao anônimo do dia 02 de fevereiro às 15:01. Você conhece o Pará? Você imagina o tamanho do problema que seduc teria ao tentar implantar esse projeto? Nas localidades onde existe o SOME, em sua maioria, não possui energia elétrica. Como montar um laboratório de informática nessas localidades? Você já foi no interior de Afuá, há seis horas de barco da cidade, onde funciona o some? Ou em Muaná, em localidades onde luz, só de velas.Você já foi em Castelo dos Sonhos, a horas do último resquício de energia elétrica? Ou no interior Altamira, onde o professor passa horas viajando de barco, cavalo, búfalo...
Ou as autoridades da área de educação não conhecem o Pará, ou você caro amigo, é muito burro.

3 de fevereiro de 2012 16:18

Anônimo Anônimo disse...

E A COORDENADORA DO SOME PROFESSORA JANDIRA AMEAÇA DIZENDO QUE VAI TRANSFERIR QUEM OUSAR DENUNCIAR ALGO REFERENTE, COM ORDENS DA PREFEITA DO PSDB FRANCINETI CARVALHO A QUAL PERSEGUE OS PROFISSIONAIS.TEMOS DENUNCIAS DESSA MULHER E A QUALQUER HORA VAMOS TOMAR PROVIDÊNCIAS, AGUARDEM !!!!

5 de fevereiro de 2012 10:36

Reprodução na íntegra:

Fonte: http://uruatapera.blogspot.com/2012/02/no-some-e-assim.html



quarta-feira, 20 de julho de 2011

Fogueira das Vaidades no Governo


O professor Pedro Negrão, ex-diretor da URE/Abaetetuba no cargo até poucos dias atrás, estava incomodando demais os "caciques" da administração local (PPS-PSDB). Resultado: "Pediram sua cabeça junto ao governo do Estado e articularam sua substituição".

Hoje, 20 de julho de 2010, compareceu na Rádio Guarani e abriu o verbo, denunciando supostas irregularidades em várias áreas da administração municipal.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Jornalistas fazem BO contra ameaças telefônicas, em virtude das denuncias sobre a Administração de Abaetetuba


Jornalistas do SBT Pará foram à Seccional da Cremação, na tarde de ontem (9), para registrar Boletim de Ocorrência devido ameaças que vêm sofrendo nos últimos dias.


O apresentador Nyelsen Martins disse que os ameaçadores ligam para a redação do jornal para fazer as declarações de promessas de morte. O delegado Aldo Botelho informou que vai investigar o caso e vai pedir quebra de sigilo telefônico para saber a origem das ligações.


O apresentador informou que as ameaças tiveram início na semana passada, após a divulgação de uma série de reportagens a respeitos dos problemas que moradores do município de Abaetetuba vêm passando. “Nós temos um quadro que mostra os problemas ocorridos nos municípios do Estado. E nós recebemos várias denúncias do município de Abaetetuba”.


A partir daí, iniciou também as ligações em tom de ameaça. O delegado Aldo Botelho informou que precisa ter cuidado com a investigação, por ser uma situação delicada.



(Diário do Pará)

terça-feira, 3 de maio de 2011

ABAETETUBA: A CIDADE DO MEDO!

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É o que diz, com mérito de causa e imagem, a série de reportagens que está indo ao ar desde hoje (03/05), perdurando por toda a semana, no Jornal do SBT Pará (12:30h). São problemas sérios que foram minimizados pelos diversos gestores municipais ao longo dos últimos anos, mas que se multiplicaram de forma descontrolada na atual gestão, com o verdadeiro "afrouxamento" do poder público frente às diversas irregularidades.
Não adianta tentar “tapar o sol com a peneira”, pois os problemas são reais e do conhecimento dos gestores e do poder público. Da mesma forma, não adianta neste momento adotar o radicalismo, pois se o dever de casa não foi bem feito em tempo hábil, não é justo quererem fazer tudo agora, na marra e com pressão. O que tinha pra se perder, já foi perdido e não voltará mais! Trabalhar pra não perder o que ainda se possa ter talvez seja o melhor lema da vez. O momento deve ser de prudência, diálogo e reconhecimento de erros. Esperemos que pelo menos desta vez haja bom senso e humildade, mesmo que isto custe uma inviabilidade política (alguém dúvida?), pois, afinal, não se terá mais o que se esconder... As imagens falam mais que milhares de palavras. E quem fala é o povo!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

DEFENSORIA PÚBLICA DE ABAETETUBA DÁ EXEMPLO DE ATUAÇÃO

Intervenção da Defensoria garante leito a paciente
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A Defensoria Pública de Abaetetuba, por meio de seu representante Arthur Corrêa da Silva Neto ingressou com ação visando à viabilização de leito a paciente com câncer do colo uterino, a liminar deferiu imediata internação. Sem o procedimento a paciente poderia vir a óbito.A Defensoria Pública de Abaetetuba propôs ação contra o Estado do Pará e o Município de Belém, requerendo o direito constitucional de saúde da paciente bem como que se protegesse sua dignidade.


A decisão judicial acolheu todos os argumentos da Defensoria Pública e foi realizada com base na urgência de internação no Hospital Ophir Loyola.


Entenda o caso


Segundo ação civil movida por E.C.M, representada pela Defensoria Pública de Abaetetuba, após diversas tentativas frustradas junto a central de leitos do Município de Belém, a paciente procurou a Defensoria Pública para intervir em seu caso, haja vista a gravidade da situação. A autora desde março de 2009, por meio de exames teve diagnóstico de Câncer de Colo Uterino CID. Com o diagnóstico, ela foi encaminhada para quimioterapia e radioterapia visando o controle da doença.A paciente estava internada há um mês no Hospital Santa Rosa no Município de Abaetetuba com sintomas graves. Diante do quadro foram expedidos laudos que comprovavam a necessidade de transferência da paciente para que houvesse acompanhamento e avaliação quimioterápica, porém nada foi resolvido.A paciente estava cadastrada, há um mês, na central de leitos do Município de Belém, esperando que lhe fosse garantido um leito.


terça-feira, 12 de abril de 2011

INTERESSE PÚBLICO? DE QUEM E POR QUÊ?




REVOGACAO DE LICITACAO

NUMERO DE PUBLICACAO: 220845


O secretario de estado de obras publicas, no uso de suas atribuicoes legais, e nos termos do art. 49 da lei federal nº. 8.666/93, torna publico a revogacao do procedimento licitatorio na modalidade Concorrencia Publica nº. 01/2010, cujo objeto e a construcao de Hospital de Pronto Socorro do Trevo de Igarape Mirin, no municipio de Abaetetuba, neste Estado, por razoes de interesse publico.


Belem, 11 de abril de 2011. Joaquim Passarinho Pinto de Souza Porto. Secretario de Estado de Obras Publicas.


DO FOLHA DE ABAETETUBA:


Para o Estado (que é impessoal) decidir a construção do hospital foram feitas audiências públicas nos municípios interessados que priorizaram a implantação do mesmo (interesse público). Ficou uma dúvida agora: Se será feito novo processo licitatório ou se a construção do hospital está cancelada? Alguém sabe?

sábado, 9 de abril de 2011

PRA ONDE ESTÁ INDO A JUVENTUDE?

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Gostaria de falar de falar de coisas boas, entretanto, é oportuno abordar assunto de interesse social, pois são cada vez mais constantes e presentes as atrocidades envolvendo jovens de todos os seguimentos sociais, em todas as regiões de nosso país. Diga-se de passagem, antes de mais nada, que Abaetetuba nunca foi modelo de gestão e, pelo que se vê nos grupos políticos financeiramente dominantes na esfera regional, tão cedo não teremos qualidade na administração e no desenvolvimento de políticas sociais adequadas à realidade do município. O que quero relatar na verdade é o fato a seguir: Domingo passado, de noite, chegando ao município, me deparei com cenas lamentáveis. Jovens na faixa etária de 14 aos 17 anos, completamente embriagados, talvez drogados, caminhando próximo à Praça do Operário (Praça do barco). Reduzi a velocidade do carro e percebi que eram cerca de sete adolescentes consumindo álcool. São jovens certamente em situação vulnerável. Logo me perguntei: Quantos desses adolescentes chegarão a uma universidade? Ou quantos deles poderão ser incluídos de forma produtiva em nossa sociedade? ... Talvez nenhum! O que está sendo feito? Muito pouco ou nada! A juventude, principalmente das camadas sociais mais carentes, caminha rumo ao mundo da criminalidade. E o que vemos atualmente no município é um retrato inicial desta realidade que poderá ainda se tornar pior. Assaltos, tráfico de drogas, pirataria e todo tipo de crime cometido por cidadãos cada vez mais jovens. É hora de refletir que tipo de sociedade nossos filhos irão herdar do momento atual que vivemos.

PROFESSOR DO SOME DENUNCIA PRECARIEDADE EM INFRA-ESTRUTURA OFERECIDA AOS EDUCADORES

ALÔ COORDENAÇÃO ESTADUAL DO SOME! SOME : Condição desumana Estou trabalhando em uma localidade próxima ao rio Doce nas ilhas de Abaetetuba. Na quarta feira juntamente com o professor Cesar Pantoja de Geografia, fizemos uma visita aos professores desta localidade. Vimos cenas fortes ao chegar a casa que abriga os professores do Some no rio Doce. A situação que os professores se submetem é caótica : a casa não oferece nenhuma condição de higiene e segurança aos mesmos. Esta semana o Sintepp fará uma denuncia formal sobre está e outras casas que não oferecem condições de moradia. Esperamos as denuncias que podem ser feitas no blog ou pelo email : paraensexibe@hotmail.com FONTE: http://brauliosintepp.blogspot.com/2011/04/some-condicao-desumana.html

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Sema doa pescado e carne apreendidos no mercado de Abaetetuba

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Mais de 800 quilos de peixes, caranguejos, carnes de jacaré e de capivara apreendidos durante a operação Defeso, realizada de 18 a 21 de fevereiro, no município de Abaetetuba, região de integração do Tocantins, foram doados a instituições sem fins lucrativos. A ação, coordenada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), com o apoio do Batalhão de Polícia Ambiental, aconteceu na feira e no mercado do município.
A equipe da Gerência de Fauna e Pesca da Sema apreendeu 562,25kg de mapará, 133,75kg de curimatã e 21kg de pirapitinga no mercado municipal. De acordo com Solange Luz, os autuados alegaram que não sabiam que essas espécies estavam no defeso e que não têm outra opção de sobrevivência.
"Ouvimos as declarações deles, mas explicamos que existiam outras espécies que poderiam ser comercializadas. E mais uma vez destacamos a importância de se respeitar o período de reprodução dos peixes para que haja estoque pesqueiro para todos no futuro. Depois dessa explicação, os próprios pescadores reconheceram que a quantidade de mapará tem diminuído e o tamanho das espécies reduzido significativamente", argumentou Solange.
Caranguejos - Ainda no mercado municipal, a equipe da Semma apreendeu 493 caranguejos. Com medo de serem autuados, os responsáveis deixaram o local antes que a fiscalização pudesse identificá-los. "Eles sabiam que não haveria apenas perdas financeiras, mas também a responsabilização pelo crime ambiental", afirmou Solange.
Os agentes de fiscalização ainda recolheram 94,7kg de carne de jacaré-açu e 152kg de carne de capivara, encontrados às proximidades da feira de Abaetetuba. Duas pessoas foram autuadas, mas negaram a posse da carga. No entanto, o fato da venda ocorrer em pontos comerciais pertencentes aos dois homens determinou as autorias. Ambos terão 15 dias para apresentar defesa na Sema.
Doação - O pescado foi doado à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e Associação de Moradores do Bairro da Aviação, sediadas em Abaetetuba. Após avaliação da equipe, os caranguejos foram doados à Comunidade Terapêutica Jeová Rafhá, também localizada naquele município, já a caça foi destinada para a alimentação de animais do Parque da Amazônia Crocodilo Safari Zoo, em Belém.

Luciana Almeida - Ascom/Sema



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Do Folha de Abaetetuba:
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Com certeza, é um absurdo a comercialização destas espécies, no período do defeso, entretanto, o crime deveria ser combatido na origem, ou seja, no atravessamento da mercadoria, o que evitaria que as famílias destes trabalhadores fossem prejudicadas. A polícia civil (que tem função investigativa) deveria buscar os verdadeiros culpados, pois as pessoas que vendem cuja maioria é extremamente humilde, certamente, não são as mesmas que realizam o crime da matança destes amimais. Infelizmente, talvez não reste outra alternativa de trabalho para estas pessoas que sobrevivem da venda ilegal na feira. Não acho justo simplesmente tirar o pão de cada dia de um ser humano que se propõe a trabalhar. Afinal, os responsáveis pela feira deveriam fiscalizar e informar a todos os feirantes e a própria população sobre as ilegalidades, de forma a tentar criar uma mentalidade educativa de proteção ao meio ambiente.
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Esse é o nosso recado!

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Bombeiros condenados por corrupção

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Os oficiais do Corpo de Bombeiros Militar do Pará, Celso dos Santos Piquet, coronel da reserva, e José Gedalberto Lessa Lisboa, major atuando no Instituto de Ensino de Segurança Pública (Iesp), foram condenados pela Justiça Militar por crime de peculato e corrupção passiva, respectivamente.


Ambos foram julgados à revelia. Um dos advogados, Paulo Ronaldo Monte de Mendonça de Albuquerque, foi notificado da audiência do major, mas perdeu o prazo. Aliás, apenas o major José Lessa se apresentou à noite de ontem e está preso no quartel do Comando Geral da corporação. O coronel Celso Piquet não foi encontrado porque estaria em viagem a São Paulo. Agora, a defesa dos oficiais pretende anular a sentença e fazer valer a decisão do primeiro julgamento.


A prisão de ambos pelos crimes de peculato e corrupção passiva é a primeira na história do Corpo de Bombeiros. O caso é contraditório e inusitado. No primeiro julgamento, ocorrido há dois anos, a defesa do coronel Celso Piquet argumentou prescrição do processo, que já se arrastava, à época, há 10 anos. No mesmo julgamento, o major José Lessa foi absolvido. Mas o promotor do caso recorreu e reativou o processo, que gerou um segundo e decisivo julgamento.


O coronel Ceso Piquet, na reserva há cinco anos, foi acusado e condenado por desvio de verba da unidade do Corpo de Bombeiros que dirigiu em 1996 no município de Abaetetuba. Naquele ano não havia controle interno e nem o Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios (Siafem). Havia a cha, ada 'economia administrativa. Os recursos eram repassados em espécie diretamente ao comandante do grupamento, que administrava a verba de acordo com suas prioridades ou as do quartel, tanto para a compra de alimentação quanto execução de obras físicas.


O major José Lessa, subcomandante de Piquet, foi condenado por suposto conhecimento do desvio de recursos e não formulação de denúncia. Mas a notícia da prisão causou comoção entre os amigos do oficial, já que Lessa exerceu cargos importantes no Corpo de Bombeiros, como coordenador geral dos cursos, subcomandante da Escola de Formação de Oficiais, do 2°GBM/Castanhal, comandante do 6°SGBM/I - Mosqueiro e comandante do CFAE.O peculato é um dos tipos penais próprios de funcionário público contra a administração em geral, isto é, só pode ser praticado por servidor público, embora admita participação de terceiros. Significa se 'apropriar ou desviar' valores, bens móveis, que o funcionário tem posse justamente em razão do cargo ou função que exerce. A pena para este crime é de reclusão, de 2 a 12 anos.

http://www.orm.com.br/projetos/oliberal/interna/default.asp?modulo=250&codigo=404926

domingo, 30 de janeiro de 2011

Falta "bom senso"!?

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Uma fila "imensa " se forma desde a madrugada, durante aproximadamente dez dias, todo santo mês, e sobre o meio fio de uma das principais avenidas do município de Abaetetuba. O objetivo das pessoas, ao que tudo indica, consiste no recebimento de um benefício social do governo federal.
Mas pra quê tanta desorganização, que põe em risco a vida das pessoas, em virtude do trânsito intenso, muito comum no local? Não seria prudente distribuir senhas, por horário? Ou organizar o atendimento em dias da semana, em ordem alfabética, para evitar as aglomerações que resultam na fila?
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Fica o alerta às autoridades de trânsito para que se evite o pior!
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Se conhecerem o proprietário, avisem-no...

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Em operação realizada na cidade de Salvaterra, na ilha do Marajó, as Polícias Civil e Militar apreenderam uma moto modelo Honda Biz, placa NSN 5652, registrada em Abaetetuba, nordeste do Pará.
O veículo, segundo o banco de dados do Detran, é roubado. A moto foi apreendida no momento em que era conduzida por uma adolescente pelas ruas da cidade. Assim, o veículo foi apreendido. Conforme o delegado Arilson Caetano, titular da Polícia Civil em Salvaterra, a pessoa que entregou a direção da moto para a adolescente será responsabilizada e vai responder por entregar condução de veículo a pessoa não habilitada.
Durante a feitura do procedimento, a Polícia Civil detectou que a moto tinha origem ilícita. Assim, o delegado determinou a instauração de procedimento policial para apurar os fatos e localizar o proprietário do veículo.

Fonte: Polícia Civil

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Em poucas linhas...




Cenário Político


- Disputa exasperada pela direção da 3ª URE (Unidade Regional de Ensino) de Abaetetuba. Dois deputados federais eleitos pela coligação tucana tentam garantir o cargo para seus preteridos;

- DETRAN também no mesmo impasse, assim como os outros órgãos e autarquias do Estado no município;

- Pelo andar da carruagem, não vai ser fácil fazer de Abaetetuba uma das cidades preteridas aos olhos do governo do Estado. Os motivos, evidentemente, são óbvios. Receber um dos pupilos em uma simples audiência, então, pode se tornar uma novela melodramática;

Cenário Real

- A cidade está uma “pocilga”. Quem quiser constatar bastar dar uma “volta” pelo centro e periferia urbana. Falta organização na feira. Tem muito lixo jogado nas esquinas. Uma buraqueira infernal, lama e todo tipo de imundície;

- Violência nas alturas na cidade e na zona rural. Na cidade, viraram rotina as execuções sumárias e seqüestros. Na zona rural a pirataria retornou com força total;

Cenário de Perigo

- Notícias recentes dão conta de que pode haver um novo tipo de vírus da dengue (do tipo 4) circulando no município. Os cuidados devem ser redobrados. Dizem que a situação é de alerta geral!;

- O Hospital de Santa Rosa, ao que tudo indica, não tem capacidade operativa para dar suporte a um possível surto da doença. Quem freqüenta o hospital, fica impressionado com o verdadeiro caos que ali se instala em determinados horários. Dizem que até a máquina de fazer exame de sangue do hospital esta quebrada. É uma vergonha!;

Cenário de Consternação

- A imprensa Abaetetubense é que nem a maré do Rio Maratauíra. Oscila muito: hora está em “alta”, hora está em “baixa”. Nos últimos dois anos, a maré foi de alta (somente elogios falsos). Agora como a maré está de baixa, os problemas existentes, enfim, apareceram. Como são muitos, tem reportagem detonando o governo de segunda à sexta. Por quanto tempo vai durar essa seca? Vocês que me respondam, pois aqui no Blog o cenário é fidedigno;

Cenário de Boas notícias

- O município é o segundo do Estado do Pará a implantar um observatório social. Mandem notícias do mesmo para o Blog.

- O PNUD continua no município... Mas perece que já não tá empolgando ninguém!

- Ah sim! Já ia esquecendo: O Ronaldinho Gaúcho vai jogar no Mengão! (RsRs) OPS! Se tiverem outras boas notícias me mandem!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Adepol vai recorrer de decisão de juiz

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Decisão do juiz do Deomar Barroso, do Tribunal de Justiça do Pará, condenou à prisão os cinco delegados da polícia civil que atuavam na Delegacia de Abaetetuba quando foi feita a prisão irregular de uma adolescente de 15 anos, em 2007. A menina ficou quase um mês em uma cela com homens e foi violentada. A Associação dos Delegados do Pará (Adepol) declarou que irá recorrer da decisão.

Flávia Verônica Monteiro, que era a delegada de plantão no dia da prisão da adolescente, foi condenada a cinco anos de prisão. Antônio Fernando Botelho da Cunha, Rodolfo Fernando Vale Gonçalves, Celso Iran Cordovil da Silva e Daniele Bentes tiveram sentença de quatro anos de prisão cada um. Todas as penas deverão ser cumpridas em regime fechado. Nenhum dos delegados foi encontrado pelo DIÁRIO para falar sobre a condenação.

A decisão foi proferida na última sexta-feira, mas ainda não foi publicada no Diário Oficial de Justiça. É o que a Adepol espera para entrar com o recurso. O advogado da Adepol, Clodomir Araújo, tem dez dias para recorrer após a publicação.

Para a associação, o julgamento foi injusto. A vice-presidente da Adepol, a delegada Ione Coelho, analisou a condenação como um ato irresponsável. “Nós respeitamos a ação do juiz, mas achamos que não foi dada a oportunidade de defesa aos profissionais. O Código Penal foi rasgado e a lei foi colocada no lixo”.

Ione Coelho diz que, como operadora do Direito, entende que a decisão é uma questão política e que a sociedade precisa de uma satisfação. Mas a delegada diz que os delegados têm ficha limpa no serviço e que a responsabilidade é do Estado, que seria “omisso e negligente”.

Ela acredita também que a decisão foi feita de forma generalizada, quando cada delegado deveria ter tido sua conduta analisada de forma individualizada. “Eles tiveram ações diferenciadas, cada um agiu de uma forma com relação à adolescente”.

Por meio de nota enviada à imprensa, a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) não negou a responsabilidade no caso, confirmando que a custódia dos presos não é responsabilidade do delegado de polícia, e sim do sistema penitenciário. Mas reforçou que os agentes prisionais envolvidos no caso foram demitidos e o resultado das investigações, enviadas aos órgãos competentes.

PARTICIPAÇÃO

A primeira vez que a adolescente foi autuada em flagrante foi no plantão do delegado Rodolfo. Segundo Ione Coelho, a adolescente mentiu a idade. Os dados da moça ficaram registrados no sistema da polícia. Na segunda apresentação da adolescente na unidade policial, o delegado Celso fez mais uma autuação. Já na terceira visita, a delegada Daniele Bentes abriu inquérito policial e liberou a moça. Flávia Verônica foi a última delegada a autuar a adolescente. Foi quando a situação veio a público.

“Eles pagaram por um problema que é do Estado. A delegada Flávia autuou a moça e mandou para o sistema penal. O problema iniciou quando a adolescente foi apresentada pela primeira vez na delegacia e não falou a idade verdadeira, por isso nas demais apresentações ela já estava registrada com maioridade”, alega a vice-presidente da Adepol.

CASO ABAETETUBA

Em 2007, uma menina de 15 anos foi presa e mantida durante 26 dias numa cela com 30 homens na Delegacia de Abaetetuba, nordeste do Pará, onde foi torturada, violentada sexualmente e ameaçada de morte. Ela foi presa em outubro de 2007, por suspeita de roubo. Não tinha documentos e foi identificada como maior de idade.Exames posteriores comprovaram a idade da adolescente.

Após a denúncia da prisão irregular, a menina foi retirada da delegacia e ficou sumida por três dias, mas os policiais alegaram, na época, que ela teria fugido. Ao tomar conhecimento da situação, o Ministério Público abriu investigação e, em junho de 2008, ofereceu denúncia contra 12 pessoas, entre agentes carcerários e policiais civis.A juíza de Abaetetuba à época, Clarice Maria de Andrade, foi aposentada compulsoriamente, em 20 de abril deste ano, pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), por omissão no caso. Pairou sobre ela também a suspeita de ter falsificado documento enviado à Corregedoria do Tribunal de Justiça do Pará com explicações sobre o caso.A garota e a família foram incluídos no programa estadual de proteção de testemunhas. A cadeia de Abatetuba foi demolida e outra nova foi construída.O caso ganhou repercussão nacional e gerou crise no governo estadual, piorada com as declarações do então delegado-geral de Polícia Civil, Raimundo Benassuly, que afirmou que a menina devia ter alguma debilidade mental por não ter revelado ser menor e foi exonerado por isso, mas voltou ao cargo em janeiro de 2009.

FONTE: Diário do Pará.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

UM DIA "A CASA CAÍ" PRA QUEM DEVE! TENHAM CERTEZA!

Autoridades encobriram empresário acusado de abuso

Um inquérito que corre sob segredo de Justiça, no Fórum Criminal de Belém, e ao qual o jornal Folha de São Paulo teve acesso, mostra que autoridades do Pará teriam atuado ilegalmente em favor de um empresário suspeito de abusos sexuais contra meninas, segundo conclusão da Polícia Civil. A denúncia foi divulgada pelo jornal paulista em sua edição do último sábado e nela são citados como acusados um juiz, um deputado federal, um delegado, um advogado e uma jornalista. Todos eles negaram as acusações.

Nas investigações conduzidas pela Polícia Civil do Pará, o empresário Antonio Carlos Vilaça, de 56 anos, dono de um conglomerado de empresas que atuam em diferentes áreas – construção civil, transporte e mineração –, acabou indiciado sob a acusação de pedofilia. Segundo consta do inquérito, ele teria mobilizado uma poderosa rede de proteção. O grupo teria coagido testemunhas, vazado informações sigilosas, pressionado uma juíza e praticado tráfico de influência para tentar abafar o caso.

GRAMPOS

Baseado em interceptações telefônicas, autorizadas pela Justiça e realizadas entre novembro do ano passado e julho deste ano, o inquérito apontou uma suposta relação entre Antonio Carlos Vilaça e cinco meninas e adolescentes dos municípios de Barcarena e Abaetetuba. As gravações também mostraram, segundo a polícia, tentativas de algumas autoridades para livrar o empresário de uma suspeita anterior, relativa a abusos supostamente praticados contra três meninas de Belém.

Com base nas conversas a polícia concluiu, conforme revelou a matéria do jornal paulista, que o delegado Edivaldo Lima foi subornado para retardar a investigação. O delegado negou as acusações e garantiu que nunca investigou o empresário, que chegou a ser preso em abril, depois que o inquérito passou a ser conduzido por uma delegada. Hoje, Vilaça está em liberdade.

Para a polícia, Wlad era o articulador

A degravação das fitas, feita pela polícia, aponta o deputado federal Wladimir Costa (PMDB) como sendo um dos principais articulares da proteção a Vilaça. As escutas mostram o parlamentar conversando com interlocutores sobre a necessidade de convencer a mãe de uma das vítimas a desmentir sua própria versão. Os grampos também sugerem, segundo conclusão da polícia, que Wlad ajudou a “vazar” para Antonio Carlos Vilaça a informação sobre a ordem de prisão emitida contra ele em abril. O vazamento teria permitido ao empresário uma fuga temporária, tendo ele ficado foragido por uma semana.

O deputado, conforme consta do inquérito, teria recebido a ajuda do advogado João Neri, que prestarou assessoria jurídica à coligação eleitoral da governadora Ana Júlia Carepa durante a última campanha.

EXTORSÃO

Outro suposto elo do grupo, este dentro do Judiciário, seria o juiz criminal Carlos Alberto Flexa. As gravações mostram que, utilizando o celular do próprio empresário, o magistrado ligou, poucos dias antes da prisão, para a juíza que cuidava do caso. Sua intenção, segundo concluiu a polícia, era influenciá-la a não mandar prender o empresário.

A jornalista Micheline Ferreira, repórter do jornal “O Liberal”, também foi indiciada.

As escutas telefônicas mostraram que ela participou de uma tentativa de extorsão contra o empresário acusado. Segundo a polícia, Micheline teria exigido de Vilaça a importância de R$ 100 mil, pela não publicação da matéria. A jornalista negou a tentativa de extorsão e classificou de “leviana e irresponsável” a acusação contra ela.

Todos os citados negam as acusações

O advogado de Antonio Carlos Vilaça, Oswaldo Serrão, disse que o empresário nega as acusações, não aceitando a autoria ou participação no caso. “O Tribunal de Justiça reconheceu a ilegalidade de sua prisão”, afirmou o advogado, que se absteve de comentar a suspeita de proteção ilegal.

O deputado Wladimir Costa, conforme revelou a Folha de São Paulo, divulgou uma nota em que tachou de “armadilha” a investigação policial e se disse vítima de perseguição da cúpula da Polícia Civil do Estado do Pará, que, conforme frisou, nutre em relação a ele “um ódio fervoroso”.

Segundo o parlamentar, o ódio resulta das denúncias que fez sobre “diversos casos de desvio de conduta” de policiais. Sobre Vilaça, Wladimir Costa afirmou, na nota, que conhece o empresário, mas ressaltou que, se o mesmo for considerado culpado, quer que ele (Vilaça) “apodreça na cadeia”.

SEGREDO

O juiz Carlos Alberto Flexa admitiu também conhecer o empresário. Confrontado com o teor das gravações, ele confirmou haver ligado para a juíza do caso, mas usando o seu próprio telefone. “Eu liguei para saber o que é que estava acontecendo. Mas não influenciei nada, não pedi para fazer isso ou aquilo”, afirmou Flexa, reiterando que sua conduta foi regular.

O advogado João Neri se negou a falar sob o argumento de que o inquérito está sob segredo de justiça. (Diário do Pará)

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Coronel utilizava PMs para fazer serviços pessoais

Parece que algumas de nossas autoridades gostam de inventar "moda". Depois do caso da "menina" trancafiada com homens em uma cela, agora é a vez dos PM"s particulares do coronel.

O coronel da Polícia Militar José Osmar de Albuquerque Rocha Neto, foi denunciado à Justiça Militar do Estado pelo Ministério Público por ter violado seu dever funcional com o fim de lucro. Ele é acusado de colocar seus soldados da PM para trabalhar na reforma de sua residência, em Belém. O coronel é comandante da Companhia Regional 4, sediada em Abaetetuba.
A denúncia foi feita pelo promotor de justiça Gilberto Valente, que realizou uma coletiva de imprensa na tarde de hoje (25) para expor os fatos. Imagens gravadas por agentes do Grupo Especial de Prevenção e Repressão ao Crime Organizado (Geproc) mostram três soldados da PM pintando a residência do coronel, em Belém, nos dias 23 e 24 de setembro deste ano.
Durante depoimento, os policiais confessaram que receberam ordem para realizar serviços de pintura na casa do coronel José Osmar. Após a realização de Procedimento Administrativo Investigatório, o promotor de justiça Gilberto Valente decidiu que as provas encontradas foram suficientes para o oferecimento de denúncia criminal.
Se condenado, o coronel José Osmar de Albuquerque pode pegar de dois a oito anos de prisão. Junto com ele, também foram denunciados o major José Angelo dos Santos Figueiredo e o capitão Josimar Leão Queiroz. (DOL)

domingo, 24 de outubro de 2010

Munição é encontrada em supermercados durante operação

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Uma grande quantidade de munição foi encontrada em depósitos de dois supermercados, nos municípios de Igarapé-Miri e Abaetetuba, durante a operação Topázio 8. A ação é realizada pelo Conselho Regional de Farmácia do Pará e Anvisa, com apoio da Polícia Civil.
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O presidente do CRF, Daniel Costa, caracterizou como 'verdadeiro arsenal' o material apreendido. Munição para vários calibres foram apreendidas. Uma idosa de 67 anos foi presa nesta sexta-feira (22) em Abaetetuba. No município de Igarapé-Miri, o responsável foi autuado, pagou fiança e foi liberado.
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Em cinco dias de operação, os fiscais do CRF e Anvisa visitaram os municípios de Barcarena, Abaetetuba, Cametá, Igarapé-Miri e Mocajuba, além da Vila Carapijó. Cerca de 80 estabelecimentos, entre farmácias e supermercados, foram inspecionados. Vinte foram interditados. As principais irregularidades encontradas foram falta de farmacêuticos e falta de registro da Anvisa.
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'Notamos que a venda de medicamentos contrabandeados e falsificados tem diminuído, mas agora, a nova modalidade, é a venda de remédios em supermercados, sem receita', avalia Daniel Costa. Mais de uma tonelada e meia de medicamentos foram apreendidos.
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Em Belém, o proprietário de uma loja de venda de suplementos foi detido e encaminhada para a Dioe (Divisão de Investigações e Operações Especiais). No local, localizado no bairro de São Brás, foi constatado contrabando de medicamentos.
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http://www.orm.com.br/2009/noticias/default.asp?id_modulo=388&id_noticia=496353

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Empresa Arapari pode ser interditada

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A empresa hidroviária Arapari Navegação Ltda., que atua nos municípios de Moju, Barcarena, Igarapé-Miri, Abaetetuba e Cametá, entre outros, poderá ser interditada. A razão é o descumprimento de algumas cláusulas do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pela empresa em outubro do ano passado com as promotorias de Defesa do Consumidor e da Pessoa com Deficiência e Idosa, que exigia ajustes na qualidade dos serviços prestados pela empresa.
De acordo com o laudo técnico realizado em 24 de agosto deste ano pelo Procon-Pará, a empresa não garantiu atendimento prioritário a gestantes, idosos e pessoas com deficiências físicas, como havia se comprometido no TAC. Além disso, também não cumpriu os critérios básicos exigidos para que pessoas com mobilidade reduzida (idosos e com deficiências físicas) tivessem acesso aos terminais dos portos das embarcações.
O laudo verifica ainda que não foram colocadas embarcações em boas condições físicas, assim como os equipamentos de segurança continuam em péssimas condições para o uso, colocando em risco a vida dos usuários.
A situação gerou uma reunião ontem entre o Ministério Público do Estado (MPE), Agência Reguladora do Consumidor (Arcon) - que é responsável pela regulação do serviço hidroviário, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o Procon, Corpo de Bombeiros (CBM), OAB-PA, (Ordem dos Advogados do Brasil) e ainda Cpaor (Capitania dos Portos da Amazônia Oriental), para discutir medidas urgentes em relação ao não cumprimento do TAC, quando foi levantada a possibilidade de interdição.
Segundo a promotora de justiça do Consumidor, Helena Maria de Oliveira Muniz, “O TAC será cumprido. A população precisa ser alertada dos riscos que está correndo ao usufruir de serviços que não visam a segurança do passageiro. Medidas urgentes serão tomadas”.O DIÁRIO tentou contato com a empresa Arapari, mas não conseguiu ouvir ninguém que pudesse responder aos questionamentos.

Fonte: Diário do Pará

domingo, 10 de outubro de 2010

Abaetetuba enfrenta surto de dengue

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ALERTA Proliferação do vetor da doença se dá em fossas construídas de forma irregular

A cidade de Abaetetuba está enfrentando dias difíceis por causa da dengue. Considerado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) um dos 21 municípios cuja incidência da doença é maior, Abaetetuba já registrou somente em agosto e setembro deste ano 148 notificações, com 68 confirmações, como informou a Secretaria Municipal de Saúde (Semab). De janeiro até ontem, a Vigilância em Saúde do município notificou 259 casos suspeitos, identificados em 12 bairros.

De acordo com o secretário municipal de saúde, Álvaro Botelho, a situação na cidade é, de fato, de alerta, já que as estatísticas mostram dados atípicos, pois a prevalência de dengue não somente em Abaetetuba, mas em todo o Estado, é maior durante as chuvas amazônicas e não em época quente e seca, como a que a região enfrenta.

Diferente do que se vê na maioria dos casos de dengue, cuja proliferação das larvas do mosquito Aedes aegypti são encontradas em garrafas, pneus, vasos, piscinas , poças e caixas d’água destampadas, as fossas irregulares seriam responsáveis pelo vetor da doença, pois pelo fato de serem deterioradas, acabam servindo de "morada preferida" do mosquito transmissor.

Por isso, explica o secretário, a Semab tem trabalhado em parceria com a Secretaria Municipal de Obras, que tem orientado moradores e fiscalizado as fossas para evitar que frestas ou buracos facilitem a proliferação dos focos da dengue. "Nós, da Secretaria de Saúde, temos feito a nossa parte. A Secretaria de Obras também está ajudando a fechar buracos nas fossas, mas é preciso que a população ajude, sendo mais consciente, pois o que vimos é que a maioria das fossas é feita de maneira irregular, sem uma estrutura adequada, por isso acabam rachando ou quebrando, facilitando a entrada do mosquito", observa Álvaro Botelho.

O secretário nega que Abaetetuba tenha registrado algum caso de dengue hemorrágica durante este ano e garante que em parceria com a Sespa, a cidade está preparada para enfrentar 0 surto da doença.

Moradores dizem que Mutirão, Santa Clara e Cristo Redentor são os bairros onde mais foram registrados casos de dengue em Abaetetuba. A agente comunitária de saúde Maria do Carmo Cunha conta que as seis pessoas da casa dela tiveram a doença. Na casa vizinha, os cinco moradores também ficaram doentes. O alto número de pessoas contaminadas, acredita, dona Maria, se deve ao fato de as fossas serem o principal foco de transmissão.

"Pelo que sei, só aqui na minha rua, 100 pessoas foram notificadas e 59 chegaram a fazer exame para confirmar. Dessas 59, 51 foram positivo", revela a agente de saúde. Ela diz que a confirmação teria sido feita através de exames laboratoriais realizados no Laboratório Central do Estado (Lacen).

Para reforçar as ações de combate e enfrentamento da doença no município, a secretaria de saúde deu início a uma campanha no rádio e na televisão. Dez chamadas diárias alertam a população para os riscos de contaminação e o que fazer quando os primeiros sintomas se manifestarem.

YÁSKARA CAVALCANTE
Da Redação
http://www.orm.com.br/projetos/oliberal/interna/default.asp?modulo=247&codigo=493018

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

ABAETETUBA: GREVE NA DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

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Os trabalhadores(as) resolveram deflagrar greve em virtude do não cumprimento gestão municipal do acordo firmado entre o sindicato, prefeitura e ministério público. Este acordo previa o enquadramento dos trabalhadores no PCCR. Infelizmente, após quatro meses de pura enrolação a categoria decidiu no último dia 13/09 em assembleia geral pelo movimento paredista. Uma das reivindicações é a realização imediata de concurso público. Dia 15 de setembro, às 8 da manhã, foi realizada uma assembleia na Barraca da Igreja de Nossa Senhora da Conceição (Centro da Cidade), para fortalecer a luta da categoria e no dia 17 próximo ocorrerá audiência com a Prefeitura.
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