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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Manutenção do Mural
Postado por Edu Valente às 08:26 0 comentários
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Entrevista com o novo presidente da Cáritas brasileira
Com muitos trabalhos desenvolvidos no lado social, o bispo de Abaetetuba, Dom Flávio Giovenale, foi eleito no dia 11 de novembro o novo presidente da Cáritas brasileira. Sacerdote, católico da ordem dos salesianos, originário da cidade de Murello, Itália, Dom Flávio nasceu no dia 6 de maio de 1954 e chegou à Amazônia em 1974. Como Bispo exerceu o cargo de Secretário Executivo nos anos de
SITE: O que essa nomeação representa para o senhor?
DOM FLÁVIO: Representa um compromisso maior com as cidades que possuem a Cáritas.
SITE: A que o senhor atribui esse resultado?
DOM FLÁVIO: Eu tive 63% dos votos e atribuo o resultado disso ao reconhecimento em nível nacional da Cáritas de Belém. Depois do crescimento da Cáritas daqui o nome do Pará começou a ser cogitado. Além disso, eu já possuía contato com os membros da instituição. Acredito que tenha sido escolhido, também, pela minha presença lá.
SITE: O senhor já era envolvido com atividades sociais na Diocese de Abaetetuba?
DOM FLÁVIO: Elas são muitas, mas eu destaco os atendimentos médicos para a população das ilhas e as escolas públicas que são administradas e construídas pela Diocese.
SITE: Como foi essa disputa?
DOM FLÁVIO: No total, 117 delegados participaram do processo de eleição. Eu recebi 74 votos e Dom Guilherme Werlang, da Diocese de Ipameri (GO), ficou com 43. Cada regional apresentou 2 candidatos. Aqui, indicaram o Dom Bernardo, da Diocese de Óbidos, e eu. No final, éramos três disputado em nível nacional, e, eu venci.
SITE: Há alguma exigência para ser um presidente da Cáritas?
DOM FLÁVIO: A exigência para ser um presidente é a de que o cargo seja ocupado por um bispo.
SITE: E como ficarão suas atividades na Diocese de Abaetetuba?
DOM FLÁVIO: Eu vou ter de conciliar as atividades da Diocese de Abaetetuba com os trabalhos na presidência, mas acredito que conseguiremos trabalhar bem, pois dividiremos o trabalho. Há, além de mim, uma vice-presidente e diversos outros companheiros. Eu continuarei morando em Abaetetuba e me deslocarei esporadicamente aos outros estados para resolver alguns assuntos.
DOM FLÁVIO: O novo cargo não me atrapalhará nesse cargo. Acredito que eu vou conseguir conciliar tudo.
DOM FLÁVIO: O meu interesse pela Cáritas começou logo quando eu fui nomeado bispo. Eu já trabalhei com a Pastoral Vocacional, mas sempre gostei do lado social.
SITE: Qual será o diferencial desse novo trabalho?
DOM FLÁVIO: O diferencial será, em relação aos outros, a dimensão nacional.
SITE: Qual será o seu foco como presidente?
DOM FLÁVIO: Meu foco e minhas metas na nova missão serão o cumprimento da diretriz estabelecida na última Assembleia Nacional, que ocorreu no período de
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
O QUE UMA ESCRITORA HOLANDESA FALOU DO BRASIL
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Fé Abaetetubense
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sábado, 26 de novembro de 2011
VENHA PASSAR O CÍRIO EM ABAETETUBA!
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Círio da Vila de Beja!
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terça-feira, 20 de setembro de 2011
A lenda da Ilha da Pacoca
José Cardoso, navegador como todos nós que o barro de Abaetetuba procriou, amigo dileto do Orkut, arremessou um indignada e justa reclamação contra os gerentes de ontem e de agora de nosso arraial. É que nunca tinha lido em qualquer lugar a "Lenda da Ilha da Pacoca" nosso maior patrimônio fabulesco. Essa história permanece viva pela transmissão oral de nosso povo. Só por isso. Faltava zelo aos governantes para mandar imprimir um texto com esse patrimônio cultural abaetetubense. Retruquei essa afirmação de José Cardoso dizendo que na Escola "Álvaro Guião" em São Carlos, São Paulo, onde concluí o 2º Grau, possui uma biblioteca muito boa, onde existia um exemplar da obra "Lendas Amazônicas" onde estava narrada a Lenda da Pacoca, embora ignorando nosso município. Foi, entretanto a única ocasião que li tal lenda. Aliás, só vil esse livro uma vez. Voltei a procurá-lo e não mais encontrei. José Cardoso, Oficial da Marinha Mercante como dois irmãos meus e vários outros amigos, disse que não tinha conhecimento que algum filho da terra tivesse a hombridade de passar para o texto aquela história. Ficamos por aí. Passados alguns dias, dei-me conta que ele tinha razão e que tinha lançado aquele desafio para mim. Mandei uma mensagem aceitando o desafio mas propondo que ele ajudasse a completar a história, pois eu tinha lembrança do essencial, mas não tinha certeza quanto ao todo. Infelizmente não obtive resposta. Tentei quietar, mas não consegui. O desafio merecia ser respondido à altura. Inclusive pela preservação do patrimônio de nosso povo. Assim, escrevi a lenda. A LENDA DA ILHA DA PACOCA Demóstenes, no auge de sua juventude, sentiu ardor no peito. Não, não era doença braba, mas um não-sei-o-quê, um não-tem-lugar, uma apertação no corpo, uma friagem quente que nem ele, com seu sentir, podia explicar o que era. Tinha aparecido no arraial de N. Sra. da Conceição quando viu aquela mocinha, tão bonita como as girandas de brinquedos. Era a Sebastiana, filha mais nova do Velho Bruno, tecedor de matapi lá do Furo-Grande. O doente de não-sabe-o-quê, filho único de navegadores dos rios e do mar, estava só no mundo desde a adolescência, quando o pai não respeitou a tradição de presentear os negrinhos-da-pororoca com a destilada cana de Abaeté, perecendo entre ondas e remansos do encontro de águas doces e salgadas. Homem de habilidades, Demóstenes dominava a ciência de se conduzir pelas águas, salgadas ou doces, calmas ou revoltas, no claro ou no escuro, de qualquer forma. Se tivesse apenas uma enxó construía qualquer embarcação, dependendo da madeira e do tempo. A matemática dos mastros e dos cascos lhe pertencia. A mecânica dos astros, o cheiro e a direção dos ventos, e as marés, era tudo o que precisava para navegar em qualquer água. Cortava o pano com o cálculo da experiência , encerava-o com resina de plantas ou de peixes, organizando qualquer velame. Não tinha paragem. Hoje aqui, amanhã outro porto. Mas jurou ficar ponte pelo amor da linda Sebastiana. Tanto cantou, tanto cercou, tanto falou e ouviu, que Sebastiana também sentiu ardor no peito , o não-sei-o-quê , a apertação, o não-tem-lugar, as friagens, ou seja, apaixonou-se pelo navegador Demóstenes. Pediu a moça em casamento e levou, não só a benção de seus pais, mas uma terra para se quietar: um lindo paraíso de várzeas, igapós e terra-firme, chamada de Ilha da Pacoca porque lá moravam muitas pacas. Demóstenes e Sebastiana fixaram residência e domicilio e se amavam mais e mais conforme o passar do tempo. Até que uma noite a esposa cai doente: febre, tremedeira, diarréia, vômitos e desmaios. Era necessário buscar auxílio na vila imediatamente. Mas a noite era de temporal e de águas agitadas. O mestre navegante observou o tempo e viu que era praticamente impossível vencer as ondas, correntezas e remansos, com apenas uma montaria que possuíam na Ilha, pois, desde que casou, não mais possuía outra embarcação para não ser tentado a voltar a navegar como antes. Mas era o tempo ou a morte de seu amor. Resolveu enfrentar a natureza. Mas quando buscou sua montaria, percebeu que o temporal foi mais esperto e levou a embarcação em suas brabezas. O desespero tomou conta do corpo e da alma daquele caboclo. Não tendo alternativas, pegou sua amada mulher nos braços e jogou-se no rio para levá-la a nado até onde pudessem salvá-la. Entretanto, o rio o devolvia para a margem com fúria e força. Após várias tentativas, e vendo seu amor suspirando de morte, Demóstenes começou a gritar clamando pelos encantados da floresta e dos rios. Pedia clemência pela vida de sua paixão. Não obtendo resposta, correu para casa e pegou todos os panos que lá tinham e os estendeu sobre as árvores, amarrando-os pelas bordas e pontas, formando um velame. Agarrou o remo que sobrou da sua montaria e, na beira do rio, mergulhava-o na água com o movimento de quem rema. Tentava, com o velame de seus panos e com as remadas de seus braços, transformar a Ilha da Pacoca em embarcação, navegando na noite de temporal para salvar sue esposa. Demóstenes gritava por todos e por tudo e, de repente, sentiu que a ilha se mexia e navegava. Alegre, foi abraçar sua esposa desfalecida quando teve o assombro de não mais sentir sua respiração e seu calor: Sebastiana não suportou e faleceu. Num impulso indescritível, Demóstenes levantou o corpo de Sebastiana aos céus gritando com a voz de cem trovões quando aconteceu um encantamento: a Ilha da Pacoca se iluminou toda, com as luzes de centenas de faróis e luas; os panos feitos velas se inflaram, e a Ilha da Pacoca começou a navegar velozmente sobre as furiosas águas do temporal. Assim, até hoje, quando se tem um temporal feio na região do Rio Maratauíra, nas proximidades de Abaetetuba, uma grande embarcação, toda iluminada, com velas e velas, surge singrando as águas do rio e lá se vê, em sua proa, um homem com uma mão no cordame e, em outro braço, um corpo de mulher. É a Ilha da Pacoca, encantada, com Demóstenes levando Sebastiana para tentar salvá-la. 
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Hospitais de Portas Fechadas: o Pará não cuida nem dos filhos deste solo
“Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. “ (Hipócrates) Infelizmente a saúde pública no Pará está abandonada (há muito tempo), por descaso de governos anteriores e pela falta de empenho do governo atual, o fato é que os hospitais públicos estão se fechando para o atendimento com a desculpa de que estão superlotados. Os hospitais estão superlotados, então é preciso aumentar a capacidade dos mesmos, de acordo com o crescimento da demanda, essa é a lógica. O caso da paciente que perdeu gêmeos por falta de atendimento no hospital referência em neonatologia mostra uma situação que é regra nos demais hospitais do Estado (como Hospital das Clínicas, Santa Casa, Abelardo Santos, Barros Barreto, Prontos-Socorros), o atendimento desumanizado, geralmente feito por profissionais sem competência para lidar com o público (aí incluo os “guardas” porteiros terceirizados, que barram quem precisa de atendimento), inclusive os profissionais de saúde que tratamos pacientes sem o mínimo de consideração, nem mesmo com as grávidas. A grávida do caso era paciente da Santa Casa e fazia o acompanhamento de acordo com as recomendações, embora a gestação fosse de risco, inclusive a mesma possuía consulta marcada para o fatídico dia da perda dos bebês, portanto, a desculpa de que o paciente não possuía encaminhamento (“piada pronta” em casos de omissão de atendimento) não se aplicava ao caso. A Santa Casa recusou sua própria paciente em um momento delicado, onde três vidas corriam risco (a da mãe e dos dois bebês). É importante frisar que a paciente já havia sido RECUSADA em outro hospital do ESTADO, hospital pago por todos nós contribuintes. Fica a lição para o Governo do Pará. Nunca RECUSE uma grávida que precisa de atendimento, ponham-se no lugar da mãe que perdeu dois bebês, e se fossem seus filhos? A decisão do Governador em afastar os envolvidos no caso foi acertada, assim como a atitude do bombeiro (de ter dado voz de prisão para a médica), pois omissão de socorro é crime e no mínimo a paciente deveria ter recebido atenção de algum profissional e encaminhada para outro hospital. Nada disso foi feito, portanto, a conduta dos envolvidos na omissão deve ser apurada e julgada, caso sejam culpados, os mesmos devem sofrer as consequências desse ato criminoso e desumano. Para os profissionais e gestores da saúde (médicos, enfermeiros, secretários e colaboradores), faço-os lembrar do juramento de Hipócrates atualizado pela Declaração de Genebra, onde os preceitos morais de defesa à vida são exaltados: “NO MOMENTO DE SER admitido como membro da profissão médica: EU JURO SOLENEMENTE consagrar a minha vida a serviço da humanidade; EU DAREI aos meus professores o respeito e a gratidão que lhes são devidos; EU PRATICAREI a minha profissão com consciência e dignidade; A SAÚDE DE MEU PACIENTE será minha primeira consideração; EU RESPEITAREI os segredos confiados a mim, mesmo depois que o paciente tenha morrido; EU MANTEREI por todos os meios ao meu alcance, a honra e as nobres tradições da profissão médica; MEUS COLEGAS serão minhas irmãs e irmãos; EU NÃO PERMITIREI que concepções de idade, doença ou deficiência, religião, origem étnica, sexo, nacionalidade, filiação política, raça, orientação sexual, condição social ou qualquer outro fator intervenham entre o meu dever e meus pacientes; EU MANTEREI o máximo respeito pela vida humana; EU NÃO USAREI meu conhecimento médico para violar direitos humanos e liberdades civis, mesmo sob ameaça; EU FAÇO ESTAS PROMESSAS solenemente, livremente e pela minha honra.” Fonte: http://troppos.org/
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
à nossa Pérola Amada: PARABÉNS ABAETETUBA!
Postado por Edu Valente às 11:07 0 comentários
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sábado, 6 de agosto de 2011
NADA ACONTECE POR ACASO!
Ricardinho não aguentou o cheiro bom do pão e falou:
- Pai, tô com fome!!!
O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência....
- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!
Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente...
Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:
- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!
Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho...
Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) - arroz, feijão, bife e ovo...
Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua...
Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá....
Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada...
A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades...
Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:
- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!?!
Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer...
Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho...
Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas...
Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório...
Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de
pequenos ''biscates aqui e acolá'', mas que há 2 meses não recebia nada...
Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias...
Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho...
Ao chegar em casa com toda aquela ''fartura'', Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso...
Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores...
No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho...
Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando...
Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele
chamava-o para ajudar aquela pessoa...
E, ele não se enganou - durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres...
Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar...
Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...
Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula...
Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros , advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro...
Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o ''antigo funcionário'' tão elegante em seu primeiro terno...
Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço...
Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista...
Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um...
Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido...
Ricardinho , o filho mandou gravar na frente da ''Casa do Caminho'', que seu pai fundou com tanto carinho:
''Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço.. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma.. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!''
(História verídica)
Se acharem que vale a pena repassem, pois nunca é tarde para começar e sempre é cedo para parar!!!
Que Deus te abençoe poderosamente lhe concedendo o dom da caridade e da fé. Amém!
Postado por Edu Valente às 00:29 0 comentários
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sábado, 25 de junho de 2011
AVISEM QUE O BLOG ESTÁ NO AR!
Postado por Edu Valente às 16:24 0 comentários
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
Educação diferenciada para a juventude de Abaetetuba
Na TV duas experiências que tem mudado a vida de comunidades no Norte e Centro Oeste do país.
O objetivo geral da formação é a Licenciatura Plena de Pedagogia que visa proporcionar uma educação que valoriza o significado de ser Ribeirinho (camponês) e prepare os jovens e adultos como futuros educadores populares de nível superior nas áreas de assentamentos nas ilhas a fim de serem agentes do desenvolvimento sócio-economicamente sustentável da área de campo.
A formatura da primeira turma de Pedagogia das Águas, será no dia 15 abril, um dia após a história do curso ter ser mostrada a todo Brasil pelo Canal Futura. O episódio também será exibido durante a solenidade de formatura, na cidade de Abaetetuba, com a participação do Canal Futura.
Já em Goiás Velho, o Diz Ai mostra a Escola Família Agrícola, que tem ajudado na formação de jovens, filhos e filhas de agricultares familiares da região, introduzindo técnicas agroecológicas na produção e garantindo a diversificação da produção e aumento da renda. O destaque é sistema de alternância, que também é utilizado pelas Casas Familiares Rurais (CFR) em todo país.
Fique de olho e assista ao programa Diz Ai toda quinta, às 15h35, com reprises aos sábados, 15h50 e domingos, às 8h20.
Postado por Edu Valente às 09:10 0 comentários
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terça-feira, 26 de abril de 2011
Que tal trocar de medo?
Todos nós sentimos algum tipo de medo: medo de altura, de escuro, medo do desconhecido, do futuro, da violência urbana, medo de ser demitido etc.
O medo está ligado a um sentimento de auto-preservação comum em todas as espécies. Por isso, se você tem os seus medos, não há motivos para se envergonhar. No entanto, se esse sentimento ultrapassa alguns limites, ele pode se transformar em uma das inúmeras patologias populares da sociedade moderna, como a síndrome do pânico, o pavor noturno, a anorexia, entre muitas outras.
As causas desses transtornos psicológicos geralmente são associadas ao estilo de vida, à correria do dia a dia e ao stress. Eu não sou médico e não tenho autoridade alguma para me aprofundar sobre qualquer uma dessas patologias, porém, há um tipo de comportamento que tenho observado em muitos profissionais ao longo desses mais de 16 anos empreendendo: o medo de fracassar.
Este assunto beira ao clichê ou a mais um dos temas corriqueiros de autoajuda. Entretanto, mesmo sendo uma questão tão comum e debatida, percebo que, nos últimos anos, este problema tem ganhado maiores proporções e atingido todos os níveis dentro da hierarquia de uma companhia, podando a criatividade e limitando o potencial produtivo de muitos profissionais.
São várias as razões para o desenvolvimento do medo de fracassar: o desejo exacerbado por aceitação, a busca por admiração ou até mesmo por um impulso compulsivo, sem uma razão consciente, são algumas delas. Seja qual for o motivo, o medo de fracassar tem assombrado milhões de pessoas, de todas as idades, em todo o mundo.
Quantas pessoas você conhece que estão infelizes em sua área de atuação e não têm coragem de mudar? Elas gostariam de abrir um negócio próprio, mas têm medo de trocar suas pseudo-seguranças pelo novo projeto. Permanecem presas dentro de "jaulas imaginárias", temendo fracassar.
É incrível, mas essas pessoas não percebem que, ao permanecerem paralisadas, sua probabilidade de fracassar é matematicamente maior do que a própria mudança que tanto temem. Isso porque esse medo do fracasso desenvolve uma grande intolerância ao risco, ingrediente fundamental para o desenvolvimento de novos projetos e de uma carreira vitoriosa.
Ora, nascemos de uma corrida de mais de 300 milhões de espermatozóides, onde, nesta competição, o primeiro lugar recebe um grande prêmio: a vida! Que garantias todos nós tivemos nessa corrida? Absolutamente nenhuma! O risco é parte da vida. Não corrê-lo é a garantia de uma vida sem grandes realizações.
Como já citei, ter medo é normal e não há razão para preocupações. Teremos muitos medos ao longo da vida. Sendo assim, que tal se, ao invés de tentarmos nos privar de senti-lo, trocássemos de medo? Que tal trocarmos o medo de fracassar pelo medo de vivermos uma vida medíocre e, por conta disso, ousarmos mais? Ou trocá-lo pelo medo de viver uma vida sem aventuras, a fim de não cairmos na rotina? E se trocarmos o medo de fracassar pelo medo de nos arrependermos, porque não fomos ousados o suficiente? O medo é um instinto que pode se tornar doentio, mas também pode ser usado a nosso favor, como uma grande motivação (motivação = motivo para a ação).
A vida é curta, mas ela é muito mais saborosa quando ousamos e aprendemos a lidar com as variáveis. O risco não é um vilão; ele é o combustível da nossa criatividade, e os nossos fracassos são um instrumento pedagógico para a nosso próprio desenvolvimento como construtores dos nossos sonhos. Quem vive assim é mais livre para empreender, livre para fracassar e até livre para ter os seus medos, mas sem jamais ser escravizado por eles.
Flávio Augusto é empreendedor e fundador da Wise Up
Postado por Edu Valente às 19:04 0 comentários
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terça-feira, 29 de março de 2011
Ria com o Folha: Anúncio de Namoro no Ceará...
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Ass: A COBRA '
Postado por Edu Valente às 08:14 0 comentários
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quinta-feira, 24 de março de 2011
INDICAÇÃO DO FOLHA
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Dêem uma olhada no Link abaixo (cliquem nele): Seja para elogiar ou mesmo criticar (construtivamente, é claro). É uma entrevista com o advogado Jarbas Vasconcelos, paraense, presidente da OAB, realizada pela "perereca". É interessantíssima e retrata em seu conteúdo um fato triste, ocorrido em nossa querida Abaetetuba. Por isso, eu indico!
http://pererecadavizinha.blogspot.com/2011/03/jarbas-vasconcelos-presidente-da-oab.html
Postado por Edu Valente às 22:17 0 comentários
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quarta-feira, 16 de março de 2011
CALMANTE "ON LINE"
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Meu caro amigo Leitor: Quem nunca na vida se divertiu (ou se acalmou) estourando as bolinhas daquele papel plástico que acompanha a embalagem de alguns produtos, hein?
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Hum... Deu vontade estourar as bolinhas? Então, aumente o som das caixinhas, clique AQUI e se divirta, ou se acalme!
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Postado por Edu Valente às 21:41 0 comentários
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sábado, 12 de fevereiro de 2011
Nossa Cidade de Abaetetuba terá duas lindas representantes no Concurso "Rainha das Rainhas"
Falando de coisas boas, Abaetetuba estará representada como nunca esteve no Concurso "Rainha das Rainhas" do Carnaval 2011. Pelo Cassazum, desfilará Natália Dias Rodrigues. E pela Asalp desfilará Érika Negrão Andrade. São as garotas mais lindas do concurso. Confiram:
Cassazum apresenta sua candidata ao Rainha das Rainhas
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Mais uma noite de charme e beleza contagiou os paraenses convidados à conhecer a candidata do Cassazum (Centro Social dos Sub-oficiais e Sargentos do Primeiro Comando Aéreo) ao Rainha das Rainhas 2011. A capricorniana Natália Dias Rodrigues, de apenas 16 anos, foi a escolhida para representar o Clube no próximo dia 25 de fevereiro, quando será coroada a nova Rainha do Carnaval paraense.
Com um longo vestido vermelho, Natália desfilou e exibiu charme, beleza, sensualidade e elegância. Com 1,63 metros e 55 quilos, a abaetetubense aposta em seu preparo físico, sua desenvoltura e, principalmente em seu carisma, para vencer o concurso.
E seu sucesso na internet ela atribui tanto a conquista do título de terceira princesa do Festival do Abacaxi, realizado em Barcarena, quanto a ajuda de sua equipe de produtores, coreógrafos e estilistas. ‘Somo uma verdadeira família, estão sempre do meu lado e me ajudam em tudo! Tenho certeza que terei uma das maiores torcidas no dia do concurso’, disse.
Mas o que mais chama atenção em Natália é sua força de vontade para vencer ‘barreiras’. ‘Sou uma pessoa simples, carismática, humilde e que, acima de tudo confia em Deus. Fiz muito esforço para estar aqui onde estou hoje’, conta. Além estudar para tentar uma vaga no curso de enfermagem, a jovem divide seu tempo com o trabalho em uma venda de doces’, amo fazer doces e são eles que, de alguma forma estão me ajudando a construir meus sonhos’, finalizou.
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Asalp apresenta sua candidata ao Rainha das Rainhas
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'A morena de olhos verdes tem uma maratona incansável entre Abaetetuba (local onde mora), Vila dos Cabanos (onde trabalha) e Belém (onde faz Faculdade). Só de imaginar dá aquele cansaço, exceto para Érika, que depois de dois anos de preparo somente para o concurso, aposta na vitória.
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Com 21 anos, 59 kg, 69 cm de cintura e 101 cm de quadril, a geminiana conta que após recusar dois convites do Clube para participar de edições passadas do concurso, este ano, ela está determinada a vencer e trazer o título para a Asalp.
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Após uma Lipo Escultura e horas na academia, a candidata afirma que vai com tudo no dia do desfile. 'Este ano eu me preparei bastante, estou muito segura, vou fazer de tudo, vou dar tudo de mim no dia da apresentação' afirma.
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Érika conta que sempre lembra uma frase que sua mãe diz: 'Faz a tua parte que Deus te ajuda', e isso a estimula cada vez mais para buscar esta vitória.
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A participante vem com a coreografia de Duda Nereidy, e com a fantasia do estilista Humberto Larosso, responsável por apresentar a candidata ao Clube.
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Me digam se as duas não são as mais lindas do concurso? Agora é só torcer pelas duas!
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O Rainha das Rainhas 2011 acontece no dia 25 de fevereiro, no Hangar - Centro de Convenções da Amazônia.
Fontes:
http://www.orm.com.br/projetos/rainhas/2011/bastidores_interna.asp?id=513990
Postado por Edu Valente às 14:00 0 comentários
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
PLANO DE GOVERNO (DE ABAETETUBA) - PARTE I
Postado por Edu Valente às 07:45 0 comentários
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domingo, 30 de janeiro de 2011
NOVA ENQUETE NO AR!
@ Participem!!!
Postado por Edu Valente às 10:21 0 comentários
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