segunda-feira, 12 de setembro de 2011

'Patroa da Droga' foi presa em Abaetetuba (04/09/2011)

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Foto: Sidilene, a “Patroa”, foi autuada em flagrante por tráfico (Foto: Polícia Militar/Divulgação).

Pensando que estava impune na comercialização de entorpecente no bairro do Algodoal, em Abaetetuba, região do Baixo Tocantins, Sidilene Soares de 25 anos, conhecida como “Baratinha”, acabou presa sob acusação de tráfico de drogas.

A Polícia Militar, por meio da 3ª Companhia Independente em Abaetetuba, elaborou uma série de ações na área de sua jurisdição que, segundo o major Silva Júnior, visam inibir a comercialização e o consumo de drogas entre jovens e adolescentes.

A equipe do aspirante Ildson Carvalho com o sargento Carvalho, cabos Sousa e Reginaldo e soldado Sérgio, após levantamento do Serviço de Inteligência da Companhia, se deparou com uma mulher muito conhecida pela prática de tráfico drogas na região do Baixo Tocantins.
Identificada como Sidilene Sousa Soares, a “Baratinha”, foi realizadas abordagem e revista, sendo encontrados 24 papelotes de cocaína, um celular e R$ 46,55 que, segundo a PM, provavelmente é dinheiro oriundo do tráfico de drogas.

Segundo o aspirante Ildson Carvalho, “Baratinha” é considerada braço forte do tráfico de drogas nas principais cidades do Baixo Tocantins, onde é conhecida pelos viciados como “Patroa”.
O sargento Carvalho informou que, durante a prisão, “Baratinha”, para se livrar do flagrante, tentou subornar os policiais, oferecendo vantagens pecuniárias, mas, como não conseguiu seu intento, passou a ameaçar, afirmando que iria representar contra os PMs.

Levada à Delegacia de Abaetetuba, a acusada, em depoimento, confirmou a posse do entorpecente, afirmando que vende há pelo menos cinco meses e o faz para sustentar o vício e alimentar um filho que não tem pai. “Eu já estava pensando em parar e ir para Porto Velho trabalhar”, disse “Baratinha”.

O que intrigou os PMs foi a declaração de “Baratinha” de que todo dia recebia cinco gramas de pedra de óxi, do qual fazia 23 petecas, com lucro diário em torno de R$40,00. “Na minha rua, todo mundo vivia disso. Agora eles estão trabalhando e eu assumi as bocas”, justificou Sidilene Sousa, que, após os procedimentos, foi transferida para uma Unidade do Sistema Carcerário na capital.

“Estamos atuando no combate ao tráfico de entorpecentes, proporcionando melhor qualidade de vida aos cidadãos assistidos pela 3ª Companhia”, disse o aspirante Ildson Carvalho. (Diário do Pará)


http://www.diarioonline.com.br/noticia-165085-patroa-da-droga-vai-presa-em-abaetetuba.html

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Homem mata e confessa com frieza o crime

Um crime que o assassino confessou que não se arrepende e nem conta o que o levou a matar a facadas Ivanildo Dias Maciel chocou moradores da rua Justo Chermont na orla da cidade de Abaetetuba, Região do Baixo Tocantins. O cabo Vilhena do destacamento da Polícia Militar daquele município foi deslocado para atender uma ocorrência de esfaqueamento de um homem na orla da cidade e já encontrou a vítima agonizando e em segundos faleceu quando recebia socorro do resgate do Corpo de Bombeiros.

De posse de informações o policial juntamente com sua guarnição foi avisado que o autor do crime estaria na praça da Conceição, não muito distante do local do crime. Buscas foram feitas para encontrar o criminoso. Paulo Ribeiro de Sousa Filho, um morador de rua, é o suspeito.

Segundo o policial a faca usada no crime estava suja de sangue e foi encontrada escondida em um banco da praça da Conceição. Preso e algemado o acusado foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Abaetetuba onde disse ao delegado de plantão que não se arrepende do que fez, mas não informou o motivo que o levou a matar a vítima.

Uma das testemunhas Miguel Pinto Ferreira disse que estava na praça Justo Chermont onde tem um ponto comercial quando viu chegar o assassino com a faca na mão dizendo “Não é pra ti”. Em seguida saiu em direção a loja Marisqueira quando a vítima que era conhecido por “Rambo” caminhava de cabeça baixa.

“Ele vigiava barcos aqui na orla e tinha acabado de acordar” disse a testemunha em depoimento. O assassino se aproximou e cravou a faca no pescoço de “Rambo” e fugiu em seguida. (Diário do Pará).

http://www.diarioonline.com.br/noticia-161967-homem-mata-e-confessa-com-frieza-o-crime.html

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

PIRATARIA!

Pirataria nos Rios da Amazônia: a bandidagem está vencendo

O Pará ainda sofre com um mal do século XVI: a pirataria fluvial, que fez mais uma vítima fatal. Na recente ação criminosa de grupos de piratas, a jovem universitária Rafaelem Cavalcante (20) foi alvejada covardemente por um dos criminosos.

Eles são violentos, bem armados e agem em grupos. Alguns grupos chegam atirando nas embarcações, propagando o terror e medo para quem depende dos rios da região. Os piratas costumam se esconder em furos e utilizam as rabetas (canoa motorizada) para atacar as embarcações e fugir rapidamente.

Esses criminosos não atacam apenas passageiros de embarcações, atacam também ribeirinhos roubando motores e mercadorias, tudo com extrema violência. Nas ilhas de Abaetetuba por exemplo, os piratas costumam atacar na ilha do Capim e demais furos das dezenas de ilhas, já nos arredores do Marajó, os pontos de ataque são os furos da Jararaca e Ponta Negra. Próximo a capital Belém, os pontos de concentração de criminosos são as ilhas pertencentes ao município e Barcarena.

Por incrível que pareça, segundo alguns ribeirinhos, boa parte dos criminosos não são das ilhas, mas sim de Belém! As armas utilizadas nas ações criminosas também tem a mesma origem. Há pelo menos quatro grupos compostos por até 20 criminosos que agem em toda a região da baía do Guajará e Marajó.

A polícia do Pará (PM e Polícia Civil) está despreparada para combater esse tipo de ação, tanto que raramente prendem algum pirata e na maioria das situações os crimes ficam sem solução. É preciso criar um destacamento específico e permanente para atuar nos rios, inclusive com equipamentos de patrulhamento.

A população também deve contribuir denunciando para o 181 ou 190.

No mapa abaixo podemos observar em vermelho os locais onde os criminosos costumam atuar. Na maioria das vezes as ações são pela parte da noite ou de madrugada.

Fonte: http://troppos.org/

ALÇA VIÁRIA TAMBÉM TROUXE VIOLÊNCIA AO MUNICÍPIO!

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Carro usado em fuga é achado na Alça Viária

O carro usado para fuga pela dupla de criminosos que teria assaltado na noite da última segunda-feira (1), em Abaetetuba, a casa dos pais do vereador Arnaldo Sereni (PSL), do mesmo município, foi encontrado ontem (2) pela manhã, no Km 2 da Alça Viária. O veículo, um Tracker preto tomado das vítimas, estava abandonado no matagal do acostamento, com portas abertas e o vidro traseiro quebrado. A Polícia Civil ainda não conseguiu identificar os suspeitos.

Familiares das vítimas fizeram o reconhecimento do veículo no local. Segundo a cunhada do vereador, Sandra Helena, por volta das 22h, enquanto um dos membros da família entrava com o carro na residência, os assaltantes aproveitaram o portão aberto da garagem para invadir a casa e render a família. O pai do vereador havia saído e deixou na residência a companheira (mãe do político), o filho de 26 anos e outras duas crianças, uma de dez e outra de seis anos.

“O primeiro criminoso entrou no imóvel e rendeu o jovem que conduzia o carro. O segundo estava encapuzado e invadiu o interior da casa, amarrou os que estavam dentro do imóvel e trancou as crianças em um quarto”, contou. Após revirar os pertences dos familiares e bagunçar o imóvel, os assaltantes encontraram o cofre. “A dupla começou a ameaçá-los de morte para tentar descobrir o segredo e ter acesso à quantia guardada. Só a mãe de Arnaldo sabia o segredo do cofre, mas com a pressão psicológica dos bandidos, ela ficou muito nervosa e não conseguiu abrir”.

Cansados de pressionar pela abertura do cofre-forte, segundo Sandra, a dupla exigiu que o filho do casal colocasse o cofre-forte (com quase um metro de altura e bastante pesado) nas costas e o levasse até o veículo da família. “Ele não conseguiu carregá-lo e os bandidos derrubaram o cofre em cima de um tapete e o arrastaram até a mala do carro. No caminho, eles ainda pegaram um televisor de LCD de 50 polegadas, um notebook e celulares”, contou. (Diário do Pará)

http://www.diarioonline.com.br/noticia-160152-carro-usado-em-fuga-e-achado-na-alca-viaria.html

sábado, 4 de junho de 2011

Em Abaetetuba: Onda de assassinatos tem saldo de 6 mortes em dois dias

Vários assassinatos ocorreram no município de Abaetetuba, nordeste do estado, somente entre sexta(3) e sábado(4). O primeiro deles, foi o homicídio de um Policial Militar, que de acordo com a assessoria de imprensa da PM, teria sido abordado junto de outro parceiro de farda em um posto de gasolina, quando levou um tiro e morreu na hora. Os tiros foram disparados por bandidos que haviam acabado de cometer uma tentativa de assalto a um carro forte em que o PM fazia “bico” como segurança.

Moradores que não quiseram se identificar, contaram que momentos depois, na busca pelos assaltantes, policiais à paisana entraram em uma residência e dispararam tiros contra o casal identificado como Danilo Ferreira, 54 anos, e Maria da Conceição, conhecida como “dona lora”. O homem teria morrido na hora e a mulher chegou a ser atendida por médicos mas não resistiu aos ferimentos. Os dois eram pais de um rapaz identificado como “Pinho”, comparsa do suposto assassino, Adonai Farias de Souza, o “Ado”. Os dois acusados estão foragidos.

Já na noite desta sexta-feira(3), e na manhã de hoje(4), mais homicídios aconteceram na cidade. Só que, segundo a Polícia de Abaetetuba, os crimes não possuem ligação com o assassinato do PM. O primeiro deles, aconteceu em frente à uma festa em Abaetetuba. De acordo com testemunhas, dois homens estavam discutindo, um disparou a arma e acabou matando mais uma pessoa. Já hoje de manhã, mais duas pessoas morreram, próximo a Praça da Bandeira.

Segundo a assessoria de comunicação do IML (Instituto Médico Legal), seis mortes foram registradas em Abaetetuba só nestes dois dias.

Polícia e Corregedoria vão investigar as ocorrências

A Polícia Militar informou que, deste a noite de sexta-feira (3), encaminhou equipes do serviço de inteligência para levantamento das situações ocorridas no município e que, na manhã de hoje(4), uma equipe da Corregedoria também foi para o local para apurar o envolvimento de PM’s nas ocorrências.

Punição

Segundo a assessoria de comunicação, ao identificar e comprovar a participação de policiais militares em quaisquer atos ilícitos ou comportamentos que não são autorizados pela Corporação e embasados em lei, fará a punição imediata por não corroborar com atitudes que afetem a sociedade.

(com informações da Ascom/PM)

CIDADE DO MEDO?



Nossa querida cidade de Abaetetuba está um verdadeiro TERROR. Uma cidade sem razão, sem Lei e sem direção. Indícios apontam para pelo menos sete assassinatos brutais, em menos de vinte e quatro horas. Tudo começou na tarde de ontem, por volta das 16:45 h, quanto o cabo Prazeres, do grupo tático da PM, que estava transportando um malote de dinheiro de Abaetetuba para o município de Muaná, foi morto a tiros por dois motoqueiros encapuzados. Um outro segurança que também o acompanhava foi baleado e socorrido, mas não resistiu aos ferimentos, morrendo no hospital, já no município de Belém. A polícia militar promoveu uma verdadeira varredura na cidade em busca dos criminosos. Mas a verdade é que está acontecendo um derrame de sangue no município. Boatos dizem que os próprios policiais, que devem defender a população, mataram a mãe e o padrasto de um dos elementos que estava sendo procurado, na própria residência do casal, no Ramal do Jarumã . Segundo informações de moradores do local, que necessitam de confirmação, os policiais já chegaram atirando e invadindo a residência dos parentes do suposto meliante.

Na noite do mesmo dia, mais dois cidadãos foram assassinados, completando seis homicídios. Ambos eram conhecidos como “Nicola”. Um deles era irmão do popular “Tuxina”, que responde por tráfico de drogas no município. Dizem os boatos que a ordem do assassinato deste elemento partiu de dentro do presídio. Já o outro cidadão era filho da ex-diretora da APAE de Abaetetuba e ainda não se sabe o motivo dos oito tiros que lhe tiraram a vida.

Ainda na noite de ontem, mais um cabo da PM, conhecido como cabo Vilhena foi baleado, em frente a uma Casa do Pagode, no município, quando tentou prender um elemento conhecido como “Mortandela”, que estava tentando atirar em outro elemento no local. Segundo as informações ainda não confirmadas, “Mortandela” foi preso na manhã de hoje (sábado), no Bairro do Algodoal. O cabo Vilhena, encontra-se em Belém, em estado grave de saúde. Outras informações dão conta do assassinato de mais dois homens, que foram encontrados mortos, com indícios de execução, na madrugada de hoje.

As informações aqui apresentadas ainda não foram oficialmente confirmadas. Em parte, podem conter boatos.

Aonde isso tudo vai chegar ninguém sabe. A população está aterrorizada. Alguém precisa dar um freio nas execuções e colocar ordem na cidade, botando os bandidos atrás das grades e deixando-os lá, bem longe das pessoas de bem.

Lugar de bandido sempre foi na cadeia. Isso não é novidade. As ações da polícia devem ser preventivas, evitando assim os crimes e fornecendo a sensação de segurança à população.

Abaetetuba precisa de organização e civilidade!

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Outras Informações:

Portal ORM:

Durante um assalto a um banco em Abaetetuba, no nordeste do Estado, dois assaltantes abordaram um carro forte e trocaram tiros com dois policiais, um deles morreu ainda durante a ação e outro ficou ferido.

Segundo um morador do local, que preferiu não se identificar, logo após o tiroteio, policiais que estavam em busca dos assaltantes, entraram numa residência, à paisana e executaram os pais de um dos envolvidos no crime, o homem teria morrido na hora e a mulher chegou a ser atendida por médicos mas também não sobreviveu.

Ele denuncia que o índice de morte na região tem sido intenso, principalmente aos finais de semana e que casos de consumo de drogas e extorsão policial se tornaram corriqueiros em Abaetetuba. 'Na noite de ontem, em frente a uma festa, dois caras estavam discutindo, um disparou a arma e acabou matando outro policial. Já hoje de manhã, sábado (4), mas duas pessoas morreram, próximo a Praça da Bandeira', conta.

'Aqui está todo mundo com medo. De ontem para hoje já foram nove mortes e a gente não sabe mais o que fazer. Estamos esperando reforço policial para ver se as coisas acalmam por aqui', finalizou.

Outro lado - Em nota ao Portal ORM, a Polícia Militar informou que, deste a noite de sexta-feira (3), encaminhou equipes do serviço de inteligência para levantamento das situações ocorridas no município e que, na manhã de hoje, uma equipe da Corregedoria também foi para o local para apurar o envolvimento de PM's nas ocorrências.

Segundo a assessoria de comunicação, ao identificar e comprovar a participação de policiais militares em quaisquer atos ilícitos ou comportamentos que não são autorizados pela Corporação e embasados em lei, fará a punição imediata por não corroborar com atitudes que afetem a sociedade.

Redação Portal ORM: http://www.orm.com.br/plantao/noticia/default.asp?id_noticia=536142

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Blog da Florenzano

Sob o signo do crime

Abaetetuba está um barril de pólvora. Só de ontem à noitinha até agora foram nove assassinatos. Por volta das 18 horas, um cabo da PM, que transportava malote de dinheiro de Abaeté para Muaná, no Marajó, foi morto a tiros por dois motoqueiros encapuzados. O outro segurança que o acompanhava foi baleado, chegou a ser socorrido e transportado para Belém, mas não resistiu aos ferimentos. Policiais perseguiram os matadores, mas eles fugiram, então foram à casa dos pais de um deles e mataram o casal.

Um mototaxista, conhecido por Nicola, foi executado na estrada, perto da cidade, ainda não se sabe se foi assalto ou acerto de contas. Ao presenciar a iminência de um assassinato, o sargento PM Vilhena tentou impedir o crime e foi assassinado, e o bandido consumou a outra morte.

Ainda ontem à noite, mais dois homens foram encontrados mortos, com características de execução.

A cidade está aterrorizada. Diretores de escolas liberaram os estudantes e recomendaram que ficassem em suas casas.

Fonte: http://uruatapera.blogspot.com/2011/06/sob-o-signo-do-crime.html

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DIÁRIO ON LINE (DOL)

PMs são acusados de matar casal em Abaetetuba

Policiais Militares do município de Abaetetuba são acusados de matar um casal, pais do suposto assassino de um colega de farda. O cabo conhecido como “Prazeres” fazia “bico” transportando dinheiro e foi assassinado na madrugada deste sábado (04). Os PMs colegas da vítima foram atrás do suspeito e teriam assassinado os pais do suspeito.

Outros assassinatos teriam ainda acontecido na cidade, chegando a um total de 6 homicídios (a serem confirmados). Segundo a assessoria de comunicação da PM, os assassinatos são fatos isolados e não teriam relação com a morte do PM.

Em nota, a assessoria de comunicação da PM informou que encaminhou desde a noite de ontem (03) equipes do serviço de inteligência para levantamento de todas as situações. Na manhã de hoje uma equipe da Corregedoria da Polícia Militar de Abaetetuba também foi deslocada para o local para dar início à imediata apuração do envolvimento de policiais militares nas ocorrências.

“A Polícia Militar, ao identificar e comprovar a participação de policiais militares em quaisquer atos ilícitos ou comportamentos que não são autorizados pela Corporação e embasados em lei, fará a punição imediata por não corroborar com atitudes que afetem a sociedade”, afirma a nota enviada pela Polícia Militar.

Às 14h deste sábado haverá uma coletiva na Delegacia Geral sobre o caso. (DOL, com informações do Diário do Pará)

http://www.diarioonline.com.br/noticia-151091-pms-sao-acusados-de-matar-casal-em-abaetetuba.html

sábado, 9 de outubro de 2010

AGRICULTOR ATACOU MULHER COM GOLPES DE FACA E DEPOIS SE SUICIDOU DANDO UM TIRO NO PRÓPRIO ROSTO

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O agricultor José Maria Farias Barreto, 43 anos, matou a ex-companheira, Benedita Fernandes Pastana, 35, com mais de cinco golpes de faca e depois tirou a própria vida com um tiro no rosto. O homicídio seguido de suicídio ocorreu ontem, por volta de 10 horas, no vilarejo de Camotim, a 25 quilômetros da sede do município de Abaetetuba, região do Baixo Tocantins paraense. Há cerca de dois meses, a vítima havia registrado uma queixa por ameaça na Superintendência Regional, sediada na cidade, de acordo com o delegado de plantão da unidade abaetetubense da Polícia Civil, Décio Santos.
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O policial afirma que tudo indica que a motivação principal de José Maria foi o ciúme. Ele não aceitava a separação do casal, ocorrida há alguns meses. Testemunhas e conhecidos do assassino disseram à equipe de investigação da Polícia Civil, composta pelos investigadores Denilson Loureiro e Ângelo da Silva, que o acusado havia tempos andava transtornado com a nova condição de solteiro. Na manhã de ontem, no ramal principal da rodovia PA-151, estrada de acesso ao município de Igarapé-miri, José Maria encontrou Benedita caminhando ao lado de um homem, identificado até o momento apenas como Antônio Miranda.
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O acusado, de posse de uma garrucha, arma de fabricação caseira, e uma faca, partiu para cima do casal e ainda disparou contra Antônio, que por sorte conseguiu fugir ileso e deve prestar depoimentos na Delegacia de Abaetetuba na próxima quinta-feira. Benedita, entretanto, não conseguiu escapar da fúria do ex-marido. Foi atacada e levou várias facadas, morrendo não muito longe de onde morava, segundo o delegado Délcio. Quando a polícia chegou ao local do crime, o Corpo de Bombeiros já havia isolado a área e protegido o cadáver da curiosidade dos curiosos.
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Délcio Santos conseguiu uma informação de uma testemunha sobre o paradeiro de José Maria. 'Um morador comentou que encontrou o acusado seguindo para o ramal do Caju, afirmando que ia dar cabo da própria vida'. Pouco mais de um quilômetro de onde havia matado a ex-mulher, dentro de uma casa abandonada, a polícia o encontrou, já sem vida. Ele disparou contra o próprio rosto. O crime foi registrado no início da tarde pelo escrivão Wallace Araújo e os dois cadáveres foram encaminhados para a necropsia e outros exames periciais no Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, em Belém.
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http://www.libnet.com.br/plantao/comentar.asp?id_noticia=419905

terça-feira, 8 de junho de 2010

VIOLÊNCIA... PRA QUÊ???

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MEMBRO DAS FARC É PEGO COM 14 KG DE PÓ

A atuação de policiais militares do Núcleo de Destacamento Itinerante da PM, por meio do 9º Batalhão de Polícia Militar do Pará, resultou na detenção do colombiano Daniel Saldaña e do brasileiro Adolfo Cruz, ambos de 37 anos, por tráfico de drogas. Na última quarta-feira, 31, os traficantes foram encontrados com 14 quilos de cocaína pura.

A guarnição, que prendeu Daniel Saldaña e Adolfo Cruz, estava sob o comando do 1º sargento Navegante e composta pelo cabo Ney, soldados Magno e Alves. Os policiais militares informaram que Daniel Saldaña é ex-militar do Exército Colombiano, com especialidade em guerra na selva e contraguerrilha. Após a dispensa do Exército, ele passou a integrar as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

Os entorpecentes vieram da Colômbia e entraram no Brasil na divisa das cidades de Letícia e Tabatinga. A detenção foi realizada quando os traficantes estavam em uma canoa de madeira do tipo ‘rabeta’. Ao avistarem a guarnição da PM, os homens atiraram. Na canoa havia mais um homem, o brasileiro Sebastião Flores, 47 anos, que conseguiu fugir. A droga seria entregue em Abaetetuba. (Diário do Pará)
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TRAFICANTES SÃO PRESOS POR MILITARES DO 9º BPM

A atuação intensiva dos policiais militares do Núcleo de Destacamento Itinerante da PM, por meio do 9º Batalhão de Polícia Militar do Pará (BPM), resultou na detenção do colombiano Daniel Saldaña e do brasileiro Adolfo Cruz, ambos de 37 anos, por tráfico de drogas. Na última quarta-feira, 31, os traficantes foram encontrados com 14 Kg de cocaína pura.

A guarnição, que prendeu Daniel Saldaña e Adolfo Cruz, estava sob o comando do 1º sargento Navegante e composta pelo cabo Ney, soldados Magno e Alves. Os policiais militares informaram que Daniel Saldaña é ex-militar do Exército Colombiano, com especialidade em guerra na selva e contraguerrilha. Após a dispensa do exército, o traficante colombiano passou a integrar a FARC – Força Revolucionária da Colômbia.

Os entorpecentes eram oriundos da Colômbia ao sair da cidade de Letícia com destino para Tabatinga (Brasil). A detenção foi realizada quando os traficantes estavam em uma canoa de madeira, do tipo rabeta, ao avistarem a guarnição da PM os homens tentaram fugir e dispararam tiros. A canoa estava por mais um homem que consegui fugir. Segundo Daniel e Adolfo, o fugitivo se trata do brasileiro Sebastião Flores, 47 anos, e a droga seria entregue em Abaetetuba, PA.
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POLÍCIAIS MILITARES TERIAM MATADO UM INOCENTE
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Familiares de Marlon da Costa Rodrigues, de 23 anos, funcionário de um parque de diversão, que foi baleado e morto por policiais militares após uma ação ocorrida no último dia 26 de abril, no município de Abaetetuba, no nordeste paraense, acreditam que ele tenha sido morto por engano.
Segundo policiais militares, Marlon teria efetuado disparos de arma de fogo em uma festa e acabou atingindo duas pessoas, uma delas teria participado do assassinato de um rapaz de 14 anos, em março deste ano. Os PMs disseram que Marlon reagiu à prisão atirando neles, mas a família contesta a versão e afirma que o jovem nunca se envolveu com a criminalidade, nem teria motivo para ser executado pelos policiais.
“Balearam meu filho injustamente e ainda atrapalharam o socorro dele, dizendo no hospital: ‘deixa ele pra lá, bandido tem que morrer’. Ele (Marlon) não era bandido”, disse Maria Conceição da Costa Rodrigues, de 44 anos.
Após o tiroteio na festa, ocorrido por volta das 21h, populares indicaram onde estaria o atirador. Assim, os policiais envolvidos, que são do grupamento Tático da PM, saíram em perseguição ao acusado. Logo eles encontraram Marlon na rua José Gonçalves Chagas e um soldado da guarnição o alvejou com um tiro nas costas e outro no braço. Marlon ainda teria sido agredido pelos policiais antes de ser levado para o hospital municipal. Fato este não confirmado. “Eles não podem agir assim. Atiram primeiro, para depois perguntar quem é. E pior, ainda fizeram de tudo para atrapalhar no socorro”, denunciou Marília da Costa Rodrigues, irmã da vítima.
Marlon deu entrada no hospital de Abaetetuba às 21h20 daquela noite. Logo depois, a irmã e a mãe da vítima tentaram ver o corpo do jovem, mas os policiais proibiram a entrada delas no local. Elas afirmam que somente depois de uma confusão na porta do hospital é que Marlon foi atendido e, às 23h50, ele foi transferido para o Hospital Metropolitano (HM), na Grande Belém. Ele chegou às 3h50, em estado gravíssimo, no HM e não resistiu. A Polícia Civil espera o laudo do Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves” para dar seguimento às investigações. A delegada Lorena estaria à frente do caso.
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(Diário do Pará)

sábado, 22 de maio de 2010

Abaetetuba na Imprensa

Clique na imagem para ampliar.
Fonte: Jornal "O Liberal".

UM DOS LATROCINAS DE ROBERTO SE ENTREGA À POLÍCIA

JOVEM CONFESSA PARTICIPAÇÃO NA MORTE DE ESTUDANTE

'Diante da delegada e dos pais, o adolescente confessou, mas jogou a culpa da morte no comparsa.
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Os dois adolescentes que estariam envolvidos na morte do estudante de Odontologia Roberto Ribeiro Lobato, ocorrida na última quarta-feira, foram apresentados pelos pais ontem à tarde, na Divisão de Atendimento ao Adolescente (Data). Outro envolvido no crime, o irmão do latrocida confesso, identificado como Leandro Fernandes Lopes, vulgo “Patinho”, 21 anos, está foragido.

Os dois adolescentes, de 17 anos, foram levados para a Data quase no mesmo horário, um deles às 16h e o outro às 17h30. Fato que intrigou a polícia. “É estranho eles terem sido apresentados no mesmo dia e quase no mesmo horário”, disse a delegada Cristiane Lobato, da Seccional do Comércio.

Um dos adolescentes confessou participação no crime e disse que o outro também está envolvido e que seria o atirador, versão negada pelo comparsa. Mas, apesar disso, a polícia já tem a confirmação de que os dois e Leandro, o “Patinho”, participaram do homicídio do estudante. Resta para a polícia confirmar qual deles é o atirador, o que somente a reconstituição e as perícias criminalísticas poderão definir.

“Nós recebemos várias denúncias através do 181 e sabemos que ele fugiu da casa dele no Jurunas logo depois do crime”, disse a delegada.

A família dos acusados confirma participação de um dos menores, mas afirma que o outro irmão, o “Patinho”, não estaria em Belém no dia do crime e que teria viajado para o município de Muaná, na ilha do Marajó. Mas, após buscas da Polícia Civil do município, o acusado não foi encontrado.

Segundo informações da polícia, apesar da pouca idade, Leandro já responde por outros crimes como tentativa de homicídio, roubo qualificado e tentativa de roubo. Ele estava com alvará de soltura e respondia pelos crimes em liberdade.
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O CRIME:

O crime aconteceu na noite da última quarta-feira. Ao sair da casa dele, no bairro da Cidade Velha, Roberto Ribeiro Lobato, 22, foi até uma parada de coletivos, na avenida Bernardo Sayão, esquina com a rua Veiga Cabral. Ele foi abordado por três criminosos, sendo que um estava armado. Eles pediram a mochila do rapaz e ele pediu para retirar somente os documentos. Irritado, o marginal efetuou dois disparos no peito do estudante que morreu na hora. Roberto foi sepultado na sua cidade natal, Abaetetuba, no nordeste do Pará. Ele era presidente do Centro Acadêmico de Odontologia da UFPA, e já estava no último ano do curso.

Fonte: Site do Diário do Pará (http://www.diariodopara.com.br/).

Fotomontagem: Folha de Abaetetuba

Foto Original: Alex Ribeiro

segunda-feira, 29 de março de 2010

ACREDITEM: MILÍCIAS VIRAM REMÉDIO CONTRA PIRATAS!


Cansados de esperar pela reação dos órgãos de segurança pública, vários donos de embarcações começam a se organizar em formas de milícias para liquidar os criminosos que atuam nos rios paraenses. A prática ganha forma mais concreta nos furos e comunidades que pertencem aos municípios de Barcarena e Abaetetuba.

Em dezembro passado, quatro piratas foram surpreendidos enquanto tentavam roubar o motor de uma embarcação parada na margem de um dos rios. Dois foram mortos e outros dois fugiram. "Aqui (em Abaetetuba) já está até definido horário para andar de barco à noite. Ninguém se atreve a viajar depois das seis (horas) da tarde. Se alguém passar mal vai ter que esperar até o dia seguinte para encontrar com o médico porque a situação está insuportável por essas bandas", conta Manuel Antônio, dono de uma embarcação que faz linha entre a localidade Ajuaí e a sede do município de Abaetetuba.

Um dos motivos para desenvolver esse tipo de estratégia - criada, de certa forma, involuntariamente - é a falta de resposta para as denúncias feitas até agora. "O problema é depor contra essa gente. As poucas ocorrências registradas contra esses piratas não resultaram em nada. E, depois, eles são mais armados que a polícia. E pode acreditar: quando eles dizem que vêm te matar pode esperar que eles vêm mesmo", conta Messias Pereira, dono de um barco que transporta passageiros entre Abaetetuba e o rio Maracapucu.

A localidade possui aproximadamente 320 famílias e, segundo Pereira, não há quem viva de forma tranquila hoje em dia. "A gente tem casos de estupro, de gente que perdeu tudo o que levou uma vida inteira para comprar. É uma situação triste e desesperadora a nossa", conta Messias.

Em Paquetá, onde as milícias ainda não são uma realidade, a reação armada contra os piratas é uma idéia que ganha cada vez mais corpo. "Se não houver uma resposta do poder público, esta será uma atitude inevitável, até mesmo entre nós aqui de Paquetá,onde sempre vivemos na tranquilidade. A situação está chegando num nível onde a tolerância tem ficado cada vez mais difícil. Ou a polícia reage ou vira todo mundo bandido. Os de bem, no nosso caso, matando aqueles que querem roubar", desabafa Francisco Campos.

"Foi-se o tempo em que a gente vivia feliz em Arapiranga", diz ribeirinha

São onze horas da manhã e o barco que entra no principal furo da Ilha de Arapiranga é observado, pela janela, por todos os moradores do local. O guia que leva a equipe de O Liberal é conhecido na região, o que cria certo alívio entre os moradores. "É assim sempre. Entrou barco aqui fica todo mundo de olho pra ver se é conhecido ou não. E quando tem gente desconhecida na embarcação dá logo um nervoso em tudo quanto é morador", conta, depois de receber nossa equipe, o pescador Benedito Pereira Barros.

Na casa da dona Maria Ferreira, visitas como a feita pela reportagem são recebidas com satisfação. Um refirgerante e um pacote um pacote de bolacha são abertos durante a conversa. "É muito raro receber gente de bem aqui. Agora esse medo de pirata aqui na ilha isola todo mundo no Arapiranga. Nem mesmo quem tem família aqui vem visitar", conta a dona-de-casa, de 72 anos, que complementa: "foi-se o tempo em que vivíamos feliz aqui na ilha".

A entrada do furo que leva às casas na ilha de Arapiranga é rota dos barcos que fazem linha entre Belém e Abaetetuba. É somente quando passa um barco maior que os ribeirinhos do local se arriscam a seguir caminho para Icoaraci. "Nem sempre o plano dá certo, já que tamanho de barco não é impedimento para nenhum desses ladrões", explica seu Benedito. Ele já orientou os filhos para não se distanciarem muito da entrada da ilha quando saem para pescar. "Não me importo de comer pouco. Me importo mesmo é com a segurança da minha família", complemente.

Para dona Maria Ferreira, morar num furo onde a água seca quase que totalmente todos os dias é uma vantagem contra a pirataria. Com a água baixa, o acesso às residências do local só pode ser feito em velocidade bastante reduzida. "Pelo menos à noite a gente consegue dormir um pouco mais sossegada". Ela também não acredita que a Polícia, sela ela militar ou civil, atue no combate ao problema. "A polícia já mostrou que quando é um deles (policiais) que é roubado a coisa funciona melhor", opina.

Mais à frente, ela conta o caso do rapaz que perdeu um lado da visão depois de ter o olho acertado por um tiro disparado durante a fuga dos ladrões. Aqui, o medo é maior. Da porta da casa, o pai do rapaz, que ainda se recupera do ferimento, ameaça. "Se o senhor colocar o nome do meu filho ou mesmo o meu no jornal eu juro que vou atrás do senhor e lhe mato". A frase reflete bem o temor que existe em denunciar esse tipo de ação. Um medo que se espalha cada vez mais pelo Pará. Um medo que compromete a vida de gente ainda pouco acostumada com muitas das consequências provocadas pela vida moderna. Principalmente, a violência.

Reportagem:
Pedro Paulo Blanco

Especial para O LIBERAL
Edição de 29/03/2010

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

NÍVEL DE VIOLÊNCIA EM ABAETETUBA É ASSUSTADOR!

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Neste início de ano, a população está sendo obrigada a conviver com níveis de violência assustadores em nosso município. Tanta violência até então era incomum no município de Abaetetuba.
Considerando os dados gerais da primeira quinzena de janeiro, já foram noticiados em nosso município mais de dez vítimas fatais dos diversos tipos de violência existentes. Se a estatística se mantiver durante o ano todo, Abaetetuba poderá liderar o ranking do Estado do Pará, em numero proporcional de mortes violentas.
Existem pessoas, atualmente, até com medo de andar as ruas de nossa cidade. E, convenhamos, já não é tão tranquilo andar por Abaetetuba, como fora um dia.
Para a população, orientamos cautela.
Para as autoridades, pedimos providencias.

sábado, 7 de novembro de 2009

ENCONTRADO NO "CAMPO DA AVIAÇÃO", O CORPO DO MOTOTAXISTA DESAPARECIDO

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Foi encontrado nesta manhã no "Campo da Aviação", antiga pista de pouso, o corpo de um MOTOXISTA desaparecido. Não se tinha notícia do rapaz há alguns dias. A família encontrava-se desesperada, mas até então havia a esperança de encontrá-lo com vida.
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CRIME BRUTAL
Segundo as informações de pessoas próximas à família o corpo, encontrado já em estado de decomposição, encontrava-se alvejado por tiros. Os indícios apontam para crime de execução sumária (que são homicídios dolosos, nos quais existem evidências de que os agressores perpetraram a ação com a intenção prévia de eliminar a vítima). A motocicleta foi encontrada destruída no local. Além de exercer a função de mototaxista nas horas vagas, o rapaz era funcionário público do município. O crime é um retrato da violência em Abaetetuba. A polícia civil está investigando o caso.

domingo, 1 de novembro de 2009

COLISÃO ENTRE CARRO E MOTO RESULTA EM UMA VÍTIMA

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No final da madrugada de ontem, já quase ao amanhecer, ocorreu um grave acidente na Av. Dom Pedro II envolvendo um carro e uma motocicleta. Como resultado do acidente, o condutor da motocicleta veio a falecer.

domingo, 25 de outubro de 2009

QUANDO VAMOS APRENDER A LIÇÃO?

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Nosso município é belo e tem uma cultura fantástica. Mas nem sempre nos reconhecem “lá fora” pelas belezas e pela cultura de Abaetetuba. Ultimamente, temos sido lembrados por um certo fato que aconteceu há dois anos atrás: “L.S.P” são as inicias da adolescente de 15 anos que permaneceu por várias semanas aprisionada em uma cela com vários detentos, sendo violentada indiscriminadamente, sobre as “asas” das autoridades que deviam “em tese” protegê-la. Entretanto, quantas outras “L.S.P” estão sendo violentadas em nosso município, a céu aberto, cotidianamente?
Eis que a foto acima mostra o anoitecer na orla de nossa cidade. Um anoitecer hoje obscuro. Esta mesma orla, no calar da noite, torna-se um verdadeiro antro de prostituição, inclusive com muitas adolescentes sendo vítimas de quem se aproveita da pobreza e da miséria para lucrar. No local, em meio à prostituição e as drogas, muitas (os) jovens perdem qualquer resquício de esperança e futuro digno e humano.
As autoridades governamentais e civis organizadas: Providências! Abaetetuba necessita apagar de vez está imagem que não faz jus a grande maioria de nosso povo.
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IMPUNIDADE E CADEIA NOVA MARCAM DOIS ANOS DO CRIME CONTRA MENINA VIOLENTADA

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Dos 12 acusados de violentar uma menina ninguém foi responsabilizado; governo do Estado incluiu garota e familiares em programa de proteção.
Há dois anos uma menina de 15 anos era presa e mantida durante 26 dias numa cela de homens em uma cadeia, onde foi violentada. Policiais e até mesmo uma juíza sabia do crime. Ninguém foi punido pela Justiça até agora. A solução do governo do Pará, para o caso foi incluir a garota e sete parentes dela em programas de proteção de testemunhas e colocar abaixo a cadeia em que ela ficou. No lugar, a governadora inaugurou na manhã de sexta-feira (23) um complexo da Polícia Civil, com delegacia e serviços administrativos.
L.S.P. foi presa no dia 21 de outubro de 2007 por suspeita de roubo. No momento da prisão, ela estava sem documentos e foi identificada como maior de idade. Mas, na verdade, a jovem contava com apenas 15 anos. Como a cadeia para onde foi levada, em Abaetetuba, não tinha cela para mulheres, a menina ficou detida com os homens. Durante a prisão, que durou até 14 de novembro, ela sofreu violência sexual. Atualmente, mora em Brasília, segundo o Tribunal de Justiaça do Pará, e sua identidade e localização são mantidos em segredo.
Clarice Maria de Andrade, juíza de Abaetetuba à época, é investigada pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) por dois motivos: saber que uma menor estava presa com homens e não tê-la tirado de lá e elaborar suposto documento falso enviado à Corregedoria do Tribunal de Justiça do Pará se explicando. Ela pediu para ser transferida e, hoje, atua em Castanhal (PA). A fonte da informação não conseguiu localizá-la para comentar o assunto.

O caso ganhou repercussão internacional e chocou autoridades. A presidente da OAB-PA (Ordem dos Advogados do Brasil), Angela Sales, disse que o processo criminal deveria ser acelerado.

- É lamentável. O processo deveria andar mais rápido e é o Ministério Público quem deveria agir.

Após saber do que aconteceu, a promotora de Justiça de Abaetetuba à época, Ana Carolina Vilhena Gonçalves, abriu investigação. O resultado disso foi a denúncia oferecida em junho de 2008 contra 12 pessoas, entre elas, agentes carcerários e policiais civis. Ana Carolina diz que a ação já deveria ter sido julgada, mas que acabou atrasando, segundo ela, por causa de trâmites do processo. Hoje um outro promotor acompanha os depoimentos.

Questionado se a sociedade não deveria ter uma resposta passados dois anos, o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Flávio de Melo Figueiredo, disse ao site que “em termos de ações do governo do Estado existem bastantes argumentos [respostas] nesse sentido”. A reportagem quis saber quais e ele disse que a inclusão da garota e de sete parentes seus em programas de proteção à testemunha e a demolição da antiga delegacia e construção de uma nova e mais completa no lugar são as respostas do governo do Estado do Pará para o caso.


Fonte: Portal R7

MULHER É PRESA POR ACUSAÇÃO DE TORTURAR CRIANÇA


Uma mulher foi presa em flagrante na quinta, em Abaetetuba, nordeste paraense, sob acusação de ter torturado fisicamente um menino de oito anos. A vítima foi o sobrinho da acusada Mariza Dias Rodrigues, de 19 anos, que já se encontra presa no Centro de Recuperação Feminino (CRF), do Sistema Penitenciário do Pará.
A criança teve as mãos queimadas com uma colher fervente e apresentava sinais de espancamento pelo corpo. O fato foi denunciado inicialmente ao Conselho Tutelar de Abaetetuba, que encaminhou as informações à Superintendência Regional da Polícia Civil do Baixo-Tocantins. A delegada Leina Souza, de plantão na unidade policial, determinou uma equipe policial fosse ao endereço da mulher, que mora no bairro São Lourenço.
De acordo com a denúncia anônima, Mariza espancava a criança praticamente toda semana com um cinto e até com fios elétricos. Na casa, os policiais resgataram a criança e prenderam a mulher. Para surpresa dos agentes, a criança estava com as mãos feridas com queimaduras. De acordo com a acusada, a mãe biológica ficou de retornar a Abaetetuba no final do ano para levar o filho. A mãe biológica foi comunicada pela delegada sobre o fato.
O menino foi obrigado a segurar uma colher fervente pela mulher. Segundo a delegada, a criança era cuidada pela tia desde o início deste ano, pois a mãe biológica, irmã da acusada, casou-se e foi morar com outra família em São Miguel do Guamá. Mariza confessou, em depoimento, ter queimado as mãos do menino para castigá-lo e ter usado fios elétricos durante as suas agressões. Ela alegou que a criança costuma aparecer em casa com dinheiro de origem desconhecida.
Inicialmente, o menino foi levado ao hospital para receber atendimento médico. Depois, retornou à unidade policial, de onde seria levado a exame de corpo de delito. Na unidade policial, as assistentes sociais perceberam que o menino apresentava sinais de espancamento nas costas e na barriga.
Mariza é casada e tem um filho de três anos. O companheiro dela trabalha fora do Estado. A agressora foi enquadrada na lei 9.455/97, com base no artigo I, inciso II, por tortura. A criança encontra-se no abrigo do Conselho Tutelar.

Ascom/Polícia Civil)

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

JUSTIÇA COMEÇA A OUVIR TESTEMUNHAS

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O juiz titular da 3ª Vara Criminal da Comarca de Abaetetuba, Deomar Barroso, começou ontem e estende até a próxima quinta-feira, a primeira parte das oitivas das 75 testemunhas de defesa do caso da menor L.S.P, que permaneceu presa, em 2007, na ala masculina da Delegacia de Abaetetuba, a 97 km do município de Belém.

Nesta semana, serão ouvidas 16 pessoas, sendo a maioria familiares da vítima. As oitivas estão sendo realizadas no Fórum do município, sempre com início às 9h.

Um dos depoimentos mais importantes para o esclarecimento do caso é o da menor L.S.P, que atualmente mora em Brasília sob proteção. O juízo de Abaetetuba encaminhou carta precatória para a capital federal no último dia 14 de abril para que a oitiva fosse realizada, mas até agora não houve retorno da Vara da Infância e Adolescência do Distrito Federal. O juiz de Abaetetuba está preparando novo ofício cobrando a realização do depoimento.

Após a fase da oitiva das testemunhas de defesa, o processo entrará na reta final com a conclusão da instrução e, finalmente, será proferida a decisão de 1º grau. Na primeira fase do processo, foram ouvidas 15 testemunhas de acusação. (Diário do Pará)