terça-feira, 30 de março de 2010

Braulio Uchôa fala de visita ao SOME, por essas bandas de cá!


Estive em Abaetetuba pela manhã em uma reunião com aproximadamente 80 professores do SOME e pude perceber que a efetivação de vários concursados trouxe mais confiança a categoria. Ao contrário de outras reuniões onde o medo era evidente por parte dos colegas temporários (torço para que todos voltem como concursados).Nesta reunião vários assuntos foram tratados como situação das casas, currículo, valorização profissional.


Na oportunidade o Sintepp estava representado pelo professor Cosmo Cabral e por este blogueiro que informaram a categoria sobre o andamento do PCCR, o compromisso do Sintepp em coloborar com a luta do Some e também a representação do Sintepp no GT-SOME.

Dica do Blog. Visite!


Muito interessante o Blog do Prof. Ademir Rocha.
Mais um abaetetubense na Blogosfera!

O Miriti é nosso! Do fruto à polpa... Da polpa à alma!


Clique na imagem para conferir a matéria na íntegra.
Fonte: Jornal "O Liberal" (07/03/2010).

DE TUDO NA FEIRA DE ABAETETUBA: BOM OU RUIM? AVALIE...


Materia do Jornal "O Liberal" retrata a feira de nosso município:
Fonte: Jornal "O Liberal" (28/02/2009).

Greve em vista para Rede Estadual de Ensino


Professores da Rede Estadual de Ensino rumo à paralisação.
Clique na imagem e confira na íntegra.
Fonte: Jornal "O Liberal" (26/03/2010).

Ação da Polícia Federal no Municipio cumpre mandatos de prisão.


Clique na Imagem para ler a reportagem na íntegra.

Fonte: Jornal "O Liberal" Edição de 26/03/2010.

Rayana na mídia significa a beleza Abaetetubense na mídia!

Direto de "O Liberal - Magazine", do Dia 28/03/2010.


A coluna abre espaço para a autenticidade e beleza de Rayana Wanessa Lobato Corrêa, 19 anos, representante do município Abaetetuba, e atual Miss Pará Turismo 2009. O Miss Pará Turismo é uma franquia estadual do Miss Brasiltur, evento nacional que credencia uma brasileira ao Miss Tourism International, um dos mais importantes concursos do mundo, segundo mídia especializada, pois fomenta o turismo e atrai grandes investimentos de vários segmentos do mercado.

Foto: Fábio Pina (fabiopinafotograifia.blogspot.com)
Apoio de Lourdes Nassar (biquínis) e acessórios de Senhorita.

segunda-feira, 29 de março de 2010

ACREDITEM: MILÍCIAS VIRAM REMÉDIO CONTRA PIRATAS!


Cansados de esperar pela reação dos órgãos de segurança pública, vários donos de embarcações começam a se organizar em formas de milícias para liquidar os criminosos que atuam nos rios paraenses. A prática ganha forma mais concreta nos furos e comunidades que pertencem aos municípios de Barcarena e Abaetetuba.

Em dezembro passado, quatro piratas foram surpreendidos enquanto tentavam roubar o motor de uma embarcação parada na margem de um dos rios. Dois foram mortos e outros dois fugiram. "Aqui (em Abaetetuba) já está até definido horário para andar de barco à noite. Ninguém se atreve a viajar depois das seis (horas) da tarde. Se alguém passar mal vai ter que esperar até o dia seguinte para encontrar com o médico porque a situação está insuportável por essas bandas", conta Manuel Antônio, dono de uma embarcação que faz linha entre a localidade Ajuaí e a sede do município de Abaetetuba.

Um dos motivos para desenvolver esse tipo de estratégia - criada, de certa forma, involuntariamente - é a falta de resposta para as denúncias feitas até agora. "O problema é depor contra essa gente. As poucas ocorrências registradas contra esses piratas não resultaram em nada. E, depois, eles são mais armados que a polícia. E pode acreditar: quando eles dizem que vêm te matar pode esperar que eles vêm mesmo", conta Messias Pereira, dono de um barco que transporta passageiros entre Abaetetuba e o rio Maracapucu.

A localidade possui aproximadamente 320 famílias e, segundo Pereira, não há quem viva de forma tranquila hoje em dia. "A gente tem casos de estupro, de gente que perdeu tudo o que levou uma vida inteira para comprar. É uma situação triste e desesperadora a nossa", conta Messias.

Em Paquetá, onde as milícias ainda não são uma realidade, a reação armada contra os piratas é uma idéia que ganha cada vez mais corpo. "Se não houver uma resposta do poder público, esta será uma atitude inevitável, até mesmo entre nós aqui de Paquetá,onde sempre vivemos na tranquilidade. A situação está chegando num nível onde a tolerância tem ficado cada vez mais difícil. Ou a polícia reage ou vira todo mundo bandido. Os de bem, no nosso caso, matando aqueles que querem roubar", desabafa Francisco Campos.

"Foi-se o tempo em que a gente vivia feliz em Arapiranga", diz ribeirinha

São onze horas da manhã e o barco que entra no principal furo da Ilha de Arapiranga é observado, pela janela, por todos os moradores do local. O guia que leva a equipe de O Liberal é conhecido na região, o que cria certo alívio entre os moradores. "É assim sempre. Entrou barco aqui fica todo mundo de olho pra ver se é conhecido ou não. E quando tem gente desconhecida na embarcação dá logo um nervoso em tudo quanto é morador", conta, depois de receber nossa equipe, o pescador Benedito Pereira Barros.

Na casa da dona Maria Ferreira, visitas como a feita pela reportagem são recebidas com satisfação. Um refirgerante e um pacote um pacote de bolacha são abertos durante a conversa. "É muito raro receber gente de bem aqui. Agora esse medo de pirata aqui na ilha isola todo mundo no Arapiranga. Nem mesmo quem tem família aqui vem visitar", conta a dona-de-casa, de 72 anos, que complementa: "foi-se o tempo em que vivíamos feliz aqui na ilha".

A entrada do furo que leva às casas na ilha de Arapiranga é rota dos barcos que fazem linha entre Belém e Abaetetuba. É somente quando passa um barco maior que os ribeirinhos do local se arriscam a seguir caminho para Icoaraci. "Nem sempre o plano dá certo, já que tamanho de barco não é impedimento para nenhum desses ladrões", explica seu Benedito. Ele já orientou os filhos para não se distanciarem muito da entrada da ilha quando saem para pescar. "Não me importo de comer pouco. Me importo mesmo é com a segurança da minha família", complemente.

Para dona Maria Ferreira, morar num furo onde a água seca quase que totalmente todos os dias é uma vantagem contra a pirataria. Com a água baixa, o acesso às residências do local só pode ser feito em velocidade bastante reduzida. "Pelo menos à noite a gente consegue dormir um pouco mais sossegada". Ela também não acredita que a Polícia, sela ela militar ou civil, atue no combate ao problema. "A polícia já mostrou que quando é um deles (policiais) que é roubado a coisa funciona melhor", opina.

Mais à frente, ela conta o caso do rapaz que perdeu um lado da visão depois de ter o olho acertado por um tiro disparado durante a fuga dos ladrões. Aqui, o medo é maior. Da porta da casa, o pai do rapaz, que ainda se recupera do ferimento, ameaça. "Se o senhor colocar o nome do meu filho ou mesmo o meu no jornal eu juro que vou atrás do senhor e lhe mato". A frase reflete bem o temor que existe em denunciar esse tipo de ação. Um medo que se espalha cada vez mais pelo Pará. Um medo que compromete a vida de gente ainda pouco acostumada com muitas das consequências provocadas pela vida moderna. Principalmente, a violência.

Reportagem:
Pedro Paulo Blanco

Especial para O LIBERAL
Edição de 29/03/2010

EXPLORE O NOVO!

Muito mais interessante! O Blog conta agora com novas funcionalidades, além de um visual inovador e uma formatação vibrante, que estimula a Leitura (e, convenhamos, ler é tão bom!). Existe também uma funcionalidade desenvolvida pelo Blog de realizar a Leitura por assunto preferido. Basta clicar do lado esquerdo no assunto desejado. Que bom, não é!?
Claro que não para por aí! O Folha de Abaetetuba vai continuar se aprimorando, em respeito e consideração a você Leitor, que faz dele o Blog da Comunidade Abaetetubense!

Grande abraço e Boa Leitura!!!

Finalmente! Salve! Salve!

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Dever cumprido! Essa é a sensação que tenho ao fazer a primeira postagem no novo Blog Folha de Abaetetuba. Demorou hein! (...) Ufa! Que alívio, confesso!!! A felicidade é imensa! Tive de fazer alguns cursos relâmpagos para construir o que posso considerar um dos melhores trabalhos de minha carreira. Tenho um defeito de não me conformar com o simplório (o conhecido feijão com arroz). Gosto de inovar. Afinal, jornalista tem de “manjar” um pouquinho de tudo, não é mesmo!?

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O mais gostoso nessa história é saber que o Blog permaneceu sempre com muitos acessos, o que fez valer muito a pena o trabalho todo!
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Papo furado de lado, vamos ao que interessa... Novidades! E são muitas!
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Boa Leitura!!!