sábado, 15 de agosto de 2009

ABAETETUBA FAZ ANIVERSÁRIO!

'
'
Singela Homenagem do Blog ao nosso município!

'
'


Foto de Abaetetuba Modificada
Foto Original de: Arquivo de Jorge Machado


HINO DE ABAETETUBA
Maratauíra, um grande rio formoso,
Braço forte do imenso Tocantins,
Tem à margem um recanto majestoso
De trabalhos em misto com festins.
É um recanto de harmonia
Onde a rima das canções não murchará
Pois é um marco de alegria
Na viçosa imensidão do Grão Pará
Abaetetuba, terra de amor,
Teus filhos cantam em teu louvor
A nós serás sempre querida
E protegida por nós serás.
O progresso jamais se aportará,
Do teu povo tão simples e tenaz,
Porque a mão do bom Deus te guiará.
Berço és tu de bondade, amor e paz.
Nos jardins e nas matas tens belezas.
Até a aurora em teu céu brilha melhor,
Pois a ti sorri sempre a natureza.
A nós serás sempre querida
E protegida por nós serás.
Para nós tu és a flor que desabrocha
De um jardim cultivado com carinho
E seremos tão firmes quanto a rocha
Se inimigos cruzarem teu caminho.
As florestas te cercando,
Com sussurros incansáveis de esperança
Junto a nós estão cantando:
Do teu solo brotará sempre a bonança.
Abaetetuba, terra de paz,
Cantar teus cantos prazer nos traz.
A nós serás sempre querida
E protegida por nós serás.
A cultura te sirva de muralha
O vigor de honradez seja tua espada.
O trabalho teu campo de batalha,
O futuro a vitória desejada.
Como filhos, de ti nos orgulharemos,
Pois, além de aconchego maternal,
És também o Brasil que nós amamos.
A nós serás sempre querida
E protegida por nós serás.

Hino do Município de Abaetetuba
Letra por Máximo Ribeiro
Melodia por Máximo Ribeiro
'
'

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

MOTOTAXISTAS VÃO BLOQUEAR O TRÂNSITO EM ABAETETUBA

'
'
Cerca de 200 mototaxistas vão bloquear, hoje pela manhã, o trânsito em três pontos do município de Abaetetuba em protesto contra a falta de segurança pública. Os mototaxistas vão fazer manifestações, a partir das 8 horas, em frente aos prédios do Fórum, Ministério Público do Estado (MPE) e e Prefeitura de Abaetetuba. O protesto é contra a violência e em apoio aos agentes do Departamento Municipal de Trânsito, que há quatro dias cruzaram os braços depois que dois deles foram agredidos no final do mês passado. Um dos agentes foi agredido por um homem que trabalha, de maneira irregular, como mototaxista. O agressor enfiou a chave da moto no olho do agente. Ferido com gravidade e com risco de perder a visão, o agente teve que ser transferido e está internado no Hospital Metropolitano de Urgência, em Ananindeua, desde o dia 30 de julho. O outro foi agredido durante fiscalização na praia de Beja e teve um dos braços quebrados. Depois disso, dez agentes desistiram das funções e os 15 que ficaram não estão indo para as ruas com medo de agressão e por falta de policiamento. Eles também ficaram revoltados porque os dois agressores foram liberados menos de 24 horas após os crimes. Para ver a matéria completa assine O Liberal Digital.

Autor: Redação
Fonte: O Liberal

IML INAUGURA NO 14 DE AGOSTO EM ABAETETUBA

'
'

'

O Governo do Estado do Pará, em parceria com a Prefeitura de Abaetetuba deverá inaugurar na próxima sexta-feira a Unidade Regional do Instituto Médico Legal no município. O Blog noticiou mês passado, em primeira mão, a visita Técnica do Diretor Geral Estadual do CPC Renato Chaves Humberto Sena de Oliveira, onde o mesmo solicitou ama parceria com a Prefeitura para a implantação do Centro. O acontecimento ocorre na véspera das comemorações do aniversário do município. A má notícia é que a policia civil do Estado, assim como a Unidade Central do IML de Belém, encontra-se em paralisação (greve) pela reivindicação de um Plano de Cargos Carreiras para a categoria, assim como melhores salários.
'
http://folhadeabaetetuba.blogspot.com/2009/06/diretor-do-cpc-renato-chaves-e-comitiva.html

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

DIRA PAES - ATRIZ DE ORIGEM ABAETETUBENSE - RECEBE HOMENAGEM NA ABERTURA DO FESTIVAL DE GRAMADO

'
'


'
O grande público reconhece Dira Paes de imediato como a fogosa Norminha da novela Caminho das Índias e lembra dela como a divertida Solineuza do seriado A Diarista. Cinéfilos atentos, porém, preferem identificar a atriz por sua presença em uma série de destacados e premiados filmes.É essa face da carreira de Dira, intensa e por vezes não tão glamourosa, que foi lembrada ontem, com o prêmio especial que ela recebeu na abertura da 37ª edição do Festival de Gramado, em razão de sua presença no cinema nacional.– Eu me sinto lisonjeada em receber esse prêmio no momento em que o cinema brasileiro vive uma fase prestigiada pelo público – diz Dira.O sucesso de Norminha, que fez a personagem ganhar mais espaço no folhetim, tem exigido presença mais constante de Dira nos estúdios do Projac, no Rio, e imposto uma correria ainda maior na rotina que se desdobra nos mimos ao filho, Inácio, de um ano e três meses.– Já fiz outras personagens que me deixaram feliz mas não tiveram a repercussão que a Norminha tem graças à força de uma novela das oito.A carreira cinematográfica da atriz nascida há 40 anos em Abaetetuba, interior do Pará, abarca de sucessos de bilheteria, como 2 Filhos de Francisco, a projetos autorais, caso de Baixio das Bestas e A Festa da Menina Morta. São alguns dos exemplos que podem ilustrar a enorme versatilidade que Dira em registros que vão da delicadeza e força de uma típica mãe coragem, ao humor escrachado e a atuações viscerais que exigem dela uma entrega dramática e cênica à beira da catarse.– Todo ator quer ser versátil. Nunca penso em um trabalho separando projetos comerciais dos autorais. O que me motiva, às vezes, nem é tanto o personagem, mas sim as pessoas que estão envolvidas nele.Dira nem pensava em fazer cinema, imaginava-se engenheira, quando estrelou o primeiro filme. Estreia, curiosa, diga-se, em um papel de destaque no longa americano A Floresta das Esmeraldas, que John Boorman rodou na Amazônia em 1985.– A equipe do filme foi à minha escola procurar meninas com traços indígenas que falavam inglês. Foi escolhida, ganhei tratamento de estrela, e ali começou um grande sonho que me fez decidir ser atriz.Dira já participou de quase 30 filmes e, além do sucesso de bilheteria 2 Filhos de Francisco, esteve em Anahy de las Misiones (1997), de Sérgio Silva, e Meu Tio Matou um Cara (2004), de Jorge Furtado.Apaixonada por cinema, Dira já se lançou como produtora em filmes como o recente documentário Esse Homem Vai Morrer (2008), de Emílio Gallo, sobre um líder rural do Sul do Pará. E desde 2004 ela organiza, juntamente com o produtor Emanuel Freitas, o Festival de Belém do Cinema Brasileiro.– Esse festival nasceu como forma de manter um vínculo com minha terra e por ver que muitos dos meus filmes não chegavam a Belém.
MARCELO PERRONE Gramado

sábado, 8 de agosto de 2009

INDUSTRIA DE MOJU DA EXEMPLO DE CRESCIMENTO PARA A REGIÃO, ATRAVÉS DE PARCERIAS

'
MOJU, PA – O preço da farinha de trigo dispara, o País importa trigo e o pãozinho fica mais caro. Enquanto isso, a única fábrica de fécula da região norte brasileira espera esmagar mais mandioca para atender ao crescente mercado nos estados do Pará e do Amazonas. No momento, a Fécula da Amazônia S/A processa 80 toneladas de mandioca por dia, obtendo cerca de 30 toneladas de fécula/dia em Moju (a 68 km de Belém), mas está projetando moer duzentas toneladas até 2011. O amido é um excelente substituto do trigo na indústria de alimentos. Atualmente, Manaus (AM) compra, sozinha, na região noroeste do Estado do Paraná cerca de cem mil toneladas de fécula por ano, destinando mais de 80% das cargas para o atendimento ao Distrito Industrial da Zona Franca. Frigoríficos, indústrias de papel e papelão são os maiores consumidores do produto.

Para montar o negócio em Moju, os empresários Benedito Pantoja e Pedro Calil obtiveram recursos do Banco Estadual do Pará (Banpará) e do Banco da Amazônia S/A (Basa). “Hoje, o que você vê construído, mais o terreno e o que está enterrado aqui fica em torno de R$ 20 milhões”, diz Calil à Agência Amazônia.

AGRICULTURA FAMILIAR

Os R$ 8 milhões investidos inicialmente cobriram investimentos numa área de 16 hectares. A planta foi dividida em área administrativa, um armazém para estocagem, uma área de recepção da mandioca in natura e o setor industrial de beneficiamento para a retirada da fécula. A agricultura familiar alimenta essa indústria. São necessários mais de quatro mil hectares de mandioca para mover a fábrica, ou seja, a mobilização de mais de duas mil famílias dos municípios de Abaetetuba, Acará, Concórdia, Igarapé-Miri, Tailândia, Mocajuba, Baião, Cametá e Moju. Além de fornecer ao setor industrial, a empresa está esperançosa em que o mercado prospere, depois que for aprovado o pão com adição de fécula. No ano passado, por recomendação do Ministério da Fazenda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou a lei da adição aprovada na Câmara e no Senado. Agora, o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa, Paulo Okamoto, prevê uma apresentação do “pão brasileiro” ao presidente. Pelas projeções da Embrapa Amazônia Oriental, com o melhor rendimento das lavouras dos municípios da região do Baixo Tocantins do Pará será possível duplicar a produção dessa empresa que já adquire toda a mandioca de Moju. O preço da tonelada de raiz na Fécula Amazon em 2008 alcançou R$ 160,00. Pesquisadores da Embrapa e extensionistas da Emater vêm dando tudo de si para melhorar a produtividade média estadual, de aproximadamente 17 toneladas, considerada baixa.

PARCERIA FORTE

Calil (e): hoje, a área física e os equipamentos de uma indústria semelhante custariam pelo menos R$ 20 milhões /M.CRUZ

“Nas condições de fertilidade do solo de Moju, com preparo de área mecanizada e adoção do Trio da Produtividade na Cultura da Mandioca, sem adição de fertilizantes químicos ou orgânicos é possível concluir que as variedades Nuvem, Paulozinho e Cearense foram as que obtiveram maiores produtividades de raízes e ramas e, maiores retornos econômicos”, avaliaram os pesquisadores da Embrapa Raimundo Nonato Brabo Alves e Moisés Modesto Júnior. A Fécula Amazon nasceu de uma parceria público-privada entre os empresários Pantoja e Calil e a Prefeitura Municipal de Moju. Ali também é processada grande parte da safra de Acará, considerado o maior município mandioqueiro do País. Acará situa-se perto do porto de Vila do Conde, o mais próximo da rota para os Estados Unidos.

Para o técnico da Emater, Astrogildo Sobrinho, que faz palestras regulares sobre a importância das parcerias, com ênfase para a melhoria na produtividade, os pequenos agricultores do Baixo Tocantins serão a mola propulsora para o êxito da fecularia. “Eles trabalham com recursos próprios, usam o trio da produtividade, que vem dando certo aqui no Pará. E não precisarão tirar tanto dinheiro do bolso para elevar a sua produtividade”, disse Sobrinho. Ele aponta outro aspecto positivo: “Basta aplicar no mandiocal doses econômicas de adubação mineral, para que o custo do roçado seja reduzido”.

ESFORÇO DO PRODUTOR E DA PESQUISA DEVE MELHORAR A PRODUTIVIDADE

MOJU – Em maio deste ano, ele avaliou a produtividade de um roçado de oito meses de idade da comunidade de Alto Itacuruçá que adotou parte das práticas do trio. Estudou ao acaso 26 plantas, que obtiveram uma produtividade média equivalente a 15 t/ha de raiz de mandioca. De acordo com o IBGE, em 2006 o município de Abaetetuba obteve uma produção de 1.200 toneladas de raiz, com uma produtividade média de 12 t/ha. Contudo, Brabo Alves e Moisés Modesto constataram que na comunidade de quilombolas a produtividade média dos agricultores familiares está ainda mais baixa, com apenas 10,23 t/ha de raiz de mandioca. Modesto destaca a grande importância econômica, social e cultural da mandioca no Brasil. “Numa área cultivada de 1,9 milhão de hectares, o Brasil obteve 26,8 milhões de toneladas de raiz em 2007, conforme levantamento do IBGE. O Estado do Pará é o maior produtor com uma área cultivada de 314 mil hectares e a produção de 5 milhões 78 mil toneladas em 2006 se destinaram basicamente à fabricação de farinha de mesa”, analisou. O sistema de manejo rudimentar utilizado pela maioria dos agricultores familiares, associado ao uso de variedades de baixo potencial de produtividade são fatores responsáveis por este baixo rendimento. (M.C.)

UM NEGÓCIO DE R$ 480 MILHÕES, COM INDÚSTRIA OCIOSA

Primeira na Amazônia, fecularia de Moju pode abastecer toda Amazônia /M.CR

MOJU – A produção de fécula de mandioca no Brasil voltou a crescer em 2008, após uma queda observada em 2007. Ao contrário da expectativa de agentes no início do ano de redução de mais de 8%), a produção de fécula apresentou acréscimo de 3,7% em 2008, para 565.115 toneladas (t), tornando-se o quarto maior volume da série histórica iniciada em 1990. Os números são de um levantamento feito por pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, e da Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca (Abam). Em 2008, a capacidade instalada da indústria brasileira de fécula de mandioca totalizou 18,1 mil, ou seja, 15,4% superior à de 2007 (15.720 t/dia). Este movimento ocorreu devido à ampliação de algumas fecularias e à retomada da operação de parte de empresas que haviam paralisado suas atividades em anos anteriores, após terem sido adquiridas ou arrendadas por grupos ativos. Segundo os estudos do Cepea, Embrapa e Abam, considerando a capacidade total instalada em 2008 (18.155 t), e um rendimento médio de amido das raízes de 25%, poderia se obter uma produção diária de 4.538 t de fécula de mandioca. “Se estas empresas trabalhassem 260 dias/ano, na média, a produção brasileira de fécula poderia alcançar 1,18 milhão de t, o que supera em 68% o maior volume já produzido no Brasil em 2002, de 667 mil t. Esta projeção, dessa forma, destaca a ociosidade da indústria de fécula no Brasil, potencial que ainda pode ser alcançado. Em 2008, o Paraná produziu 353,4 mil toneladas, o que representou 62% da produção brasileira. Em seguida ficaram os estados de Mato Grosso do Sul, (107,1 mil t e 19%), São Paulo (76,6 mil t e 14%), Santa Catarina (21,1 mil t e 4%) e outros estados (6,1 mil toneladas e 1%). Apesar da redução no volume produzido, a receita obtida com as vendas internas de fécula foi 28,6% superior ao obtido em 2006, passando de R$ 373,6 milhões naquele ano para R$ 480,3 milhões em 2007. O principal motivo foi a valorização de 35,6% da fécula de mandioca no mesmo período, de R$ 650,00/tonelada para R$ 881,41/t. Além da menor oferta, as altas de outras commodities agrícolas e do amido de milho contribuíram para o aumento nos preços da fécula. Cerca de 70 fecularias do Brasil responderam ao questionário dos pesquisadores e 77% responderam. (M.C.)

BRASIL IMPORTA 6 MILHÕES DE T DE TRIGO

MOJU e BELÉM – O governo manteve o corte de impostos para o setor tritícola no mês passado, mas os moinhos não reajustaram o preço entre 5% e 10% sobre os valores de maio. Novamente, a indústria de farinha brasileira importou trigo do Canadá, já que o trigo da Argentina ficou totalmente escasso depois da crise econômica naquele país. O Brasil tem uma safra de 5 milhões de toneladas de trigo e precisa importar mais 6 milhões, informa a Associação Brasileira da Indústria de Trigo (Abitrigo). Em julho os preços tiveram aumento, conforme registra a Fundação Getulio Vargas: o pão francês subiu 0,61%; a farinha de trigo, 1,33%; e os biscoitos, 0,1%. No entanto, no acumulado de 2009 e em 12 meses, ainda há deflação em tais produtos. Na farinha de trigo, a queda é de 17,1% em um ano. O dólar em queda poderá desestimular alguns moinhos de trigo, neutralizando os aumentos. (M.C.)

ASFALTAMENTO DA PA-151 VAI BENEFICIAR BAIÃO E MOCAJUBA

O Governo do Estado promete dar inicio às obras de terraplanagem e asfaltamento da PA-151, entre os municípios de Baião e Mocajuba, previstas nas demandas do Planejamento Territorial Participativo (PTP) para a Região de Integração Tocantins. O lançamento das obras será neste sábado (8), com a presença de Valdir Ganzer, secretário de Estado de Transportes, órgão responsável pela execução dos serviços.
A rodovia será asfaltada em duas etapas, até 2010, com um dos tipos de revestimentos asfálticos mais utilizados nas vias urbanas e rodovias brasileiras, o Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ).
De acordo com o agente do PTP na região, José Maria Lima, a obra trará mais dignidade à população ao tirar os dois municípios do isolamento e promover o desenvolvimento econômico da região, ao facilitar o escoamento da produção local.
O trecho das obras, orçadas em cerca de R$ 8 milhões, que se estende por 32 quilômetros, receberá asfaltamento, sinalização adequada, acostamento pavimentado para pedestres e ciclistas, sistema de drenagem e meio fio.
Ainda dentro das demandas do PTP, a região tocantina será atendida com a construção do Hospital Regional do Trevo de Igarapé-Miri. No município de Baião, o governo já realizou obras do programa asfalto participativo e construiu a biblioteca municipal.
Desenvolvimento sustentável - A Região de Integração Tocantins também está se mobilizando para a elaboração do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável (PDRS) da região. Técnicos do governo do Estado/Secretaria de Integração Regional (Seir) e da Universidade Federal do Pará (UFPA) estão nos municípios de Oeiras do Pará, Cametá e Limoeiro do Ajuru, de 5 a 8 de agosto, colhendo subsídios destinados às consultas públicas que acontecerão ainda este mês na região.
O PDRS Tocantins faz parte da política de integração regional do Pará, e está sendo elaborado com a participação das comunidades locais, para definição das ações de desenvolvimento a curto, médio e longo prazos, de ordenamento territorial, regularização fundiária e gestão ambiental, fomento às atividades produtivas sustentáveis, infraestrutura, e inclusão social e cidadania.
A redução das desigualdades socioeconômicas, o respeito à diversidade cultural, a viabilização de atividades econômicas que gerem emprego e renda e o uso sustentável dos recursos naturais são priorizados na elaboração dos PDRS, inseridos nas diretrizes do Plano Amazônia Sustentável (PAS), que propõe um novo modelo de desenvolvimento para a região.
Em 2008, a Seir firmou convênio com a Eletronorte, do qual consta, entre outros pontos, a elaboração dos Planos de Desenvolvimento das regiões Xingu, Tocantins e Lago de Tucuruí. No início deste ano foram realizadas as consultas públicas do PDRS Xingu; em agosto vão ser realizadas as consultas para o PDRS Tocantins, e estão previstas para setembro as da região Lago de Tucuruí.
Depois de elaborados, os planos devem orientar a ação dos gestores e outras iniciativas, de acordo com as demandas e potencialidades das regiões. A Região de Integração Tocantins tem 35.838 km² e uma população de 655.955 habitantes, distribuída em 11 municípios. É formada pelos municípios de Abaetetuba, Acará, Baião, Barcarena, Cametá, Igarapé-Miri, Limoeiro do Ajuru, Mocajuba, Moju, Oeiras do Pará e Tailândia. Fonte:Ascom/Sepof e PTP
'
'
O BLOG QUESTIONA: QUANDO É QUE A “ALÇA VIÁRIA” RECEBERÁ MANUTENÇÃO DE VERDADE OU ASFALTO DIGNO?

ARCEBISPO PODE SER CONHECIDO NO DIA 15

'
'
A expectativa com relação ao anúncio do novo arcebispo metropolitano de Belém aumenta com a visita do Núncio Apostólico Dom Lourenço Baldisseri ao Pará na próxima semana. Representante do Papa e embaixador do Vaticano no Brasil, Baldisseri poderá anunciar o escolhido para ocupar a vaga, que está aberta desde a saída de Dom Orani Tempesta, transferido para a diocese do Rio de Janeiro no dia 19 de abril deste ano. A Igreja Católica diz que esse anúncio será feito até o início de setembro. O anúncio dos bispos e arcebispos pelo Vaticano é feito sempre às quartas-feiras, ao meio-dia (9 horas da manhã, pelo horário de Brasília). Dois dias antes, tanto o Núncio quanto a arquidiocese onde o arcebispo irá atuar, no caso Belém, recebem uma carta já com a escolha do Papa. O segredo deve ser mantido até a hora da divulgação, que deve ser feita de maneira sincronizada. Para que o Núncio já tenha a escolha do Papa Bento XVI em mãos, o anúncio teria que ser feito na próxima quarta, dia 12. Mas, o atual administrador diocesano de Belém, que substitui interinamente o arcebispo, Raimundo Possidônio, considera essa possibilidade remota. “Acho pouco provável que isso aconteça, pois nos prometeram esse anúncio no final de agosto ou início de setembro.” Baldisseri chegará ao Pará no dia 15, para participar do encerramento da Semana Nacional da Família, realizada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que começa no dia 09 . Criada em 1992, a Semana Nacional da Família é celebrada por todas as paróquias do país a partir do segundo domingo de agosto. De acordo com Dom Flávio Giovenale, bispo da Diocese de Abaetetuba, Dom Lourenço participa de uma missa em Acará, às 9 horas e às 19 horas, participará de outra celebração em Abaetetuba, no mesmo dia em que a cidade faz aniversário. “Ele foi convidado e aceitou a participação no Estado”. Dom Flávio também disse não saber se os fiéis saberão, nesse dia, quem será o novo representante da igreja na capital. “Eles são bastantes reservados, não temos como saber.” (Diário do Pará)

MAIS UMA IDOSA DE ABAETETUBA NÃO ENCONTRA LEITO E MORRE NO PSM DA 14

'
'
'

'
O caos na saúde pública de Belém continua a levar um fim trágico a pessoas que precisam de um leito de UTI. Foi assim com Paula dos Santos Lima, de 81 anos. A idosa morreu ontem por volta de 11h, após esperar por cerca de nove horas por um leito na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital Pronto-Socorro Municipal Mário Pinotti, na travessa 14 de Março.Após a morte da idosa, sua nora Eliana dos Santos Lima esperava em frente ao PSM por seu cunhado, para tratar dos trâmites de remoção do corpo. Nas mãos, um travesseiro que trouxe na ambulância de Abaetetuba, município onde mora, como tentativa de aliviar o sofrimento da mulher, que, diz ela, “era como uma mãe”. O esforço para conter o choro não surtiu muito efeito, quando Eliana começou a narrar os últimos instantes de vida da sogra.“A gente veio pra cá como última tentativa de salvar a vida dela. Se eu soubesse que ela ia morrer sofrendo do jeito que sofreu, tinha deixado ela em casa, pelo menos ela morria perto dos filhos, e ia sofrer menos”, desabafa Eliana. De acordo com a nora, Paula veio de Abaetetuba referenciada para uma vaga na UTI no PSM, por conta de um acidente vascular cerebral (AVC), mas não havia leito disponível quando chegou, por volta das 2h da madrugada.Paula ficou por horas sentada em uma cadeira, na triagem do hospital, até ser transferida para um leito de enfermaria pela manhã. Isso só porque a acompanhante, Eliana, reclamou. “Se eu não fosse discutir com eles, tinham deixado minha sogra morrer lá mesmo, naquela cadeira”.Já na enfermaria, Paula recebeu medicação e dormiu. Acordou minutos depois, com uma agonia súbita, agarrou no braço da nora, tentou dizer alguma coisa e depois caiu desfalecida na cama, já morta. “Eu chamei as enfermeiras quando ela acordou agoniada, nem queriam vir, só vieram porque eu gritei ‘ela tá morrendo’. Depois que já tinha morrido, ainda levaram ela pra ‘entubar’, mas não tinha mais jeito”.Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) disse que Paula veio para Belém referenciada ao Hospital de Clínicas Gaspar Viana, para internação em leito de UTI, segundo a guia de referência do Hospital Santa Rosa. A nota diz que “o Hospital de Clínicas, por algum motivo não especificado, encaminhou a paciente ao HPSM da 14 de Março”. A nota confirma que não havia leito de UTI disponível, e afirma que Paula foi “avaliada pelo setor de clínica médica e neurologia, medicada, mas entrou em óbito no final da manhã”.A assessoria de comunicação do Hospital de Clínicas informou que “o nome da citada paciente pode ter entrado na Central de Leitos e sido referenciada para o Hospital de Clínicas, mas como não existe nos quadros da instituição neurocirurgião, o que requeria o quadro da citada paciente, a mesma foi encaminhada para o Pronto-Socorro Municipal da 14 de Março”.
Fonte: Jornal Diário do Pará

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

MOTAXISTAS INSATISFEITOS COM A VIOLÊNCIA NO MUNICÍPIO

'
'

Fonte: Jornal "O Liberal".

MUNICIPIO É NOTIFICADO PELO TCM/PA

'
'

'

A Prefeitura Municipal de Abaetetuba foi Notificada no final do mês julho pelo Tribunal de Contas dos Municípios do Pará (TCM /PA), através do Auditor Leonardo Macieira, consequência da impugnação apresentada pela empresa Medsurgery Hospitalar Ltda, referente ao Edital do Pregão Presencial nº 02/2009, para Registro de Preços de Medicamentos, Materiais Técnicos Hospitalares e Materiais de Consumo, para a rede municipal de saúde, realizado pela Comissão Permanente de Licitação (CPL) do Município. A notificação ocorreu devido o TCM julgar haver indícios de irregularidades, conforme PARECER Número LR114/2009/ 7ª Controladoria/AJUR/TCM. Através da Notificação, o TCM-PA solicitou ao município a apresentação de toda documentação do Processo Licitatório (edital, pareceres, publicações, impugnações, recursos apresentados, relatórios, atas, etc) para realizar análise mais detalhada do cumprimento ao disposto nas Leis de Licitação (Lei nº 10.520/2002 c/c a Lei nº 8.666/93). Caso haja indícios de irregularidades, a gestão municipal poderá vir a arcar com as sanções legais.