segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Entrevista com o novo presidente da Cáritas brasileira

Por Luiz Fernandes

Com muitos trabalhos desenvolvidos no lado social, o bispo de Abaetetuba, Dom Flávio Giovenale, foi eleito no dia 11 de novembro o novo presidente da Cáritas brasileira. Sacerdote, católico da ordem dos salesianos, originário da cidade de Murello, Itália, Dom Flávio nasceu no dia 6 de maio de 1954 e chegou à Amazônia em 1974. Como Bispo exerceu o cargo de Secretário Executivo nos anos de 1999 a 2003 e foi Presidente de 2004 e 2007 do Regional Norte 2 da CNBB. Este ano, Dom Flávio foi eleito também a assumir, pela segunda vez, o cargo de Secretário Executivo da CNBB Norte 2.

SITE: O que essa nomeação representa para o senhor?

DOM FLÁVIO: Representa um compromisso maior com as cidades que possuem a Cáritas.

SITE: A que o senhor atribui esse resultado?

DOM FLÁVIO: Eu tive 63% dos votos e atribuo o resultado disso ao reconhecimento em nível nacional da Cáritas de Belém. Depois do crescimento da Cáritas daqui o nome do Pará começou a ser cogitado. Além disso, eu já possuía contato com os membros da instituição. Acredito que tenha sido escolhido, também, pela minha presença lá.

SITE: O senhor já era envolvido com atividades sociais na Diocese de Abaetetuba?

DOM FLÁVIO: Elas são muitas, mas eu destaco os atendimentos médicos para a população das ilhas e as escolas públicas que são administradas e construídas pela Diocese.

SITE: Como foi essa disputa?

DOM FLÁVIO: No total, 117 delegados participaram do processo de eleição. Eu recebi 74 votos e Dom Guilherme Werlang, da Diocese de Ipameri (GO), ficou com 43. Cada regional apresentou 2 candidatos. Aqui, indicaram o Dom Bernardo, da Diocese de Óbidos, e eu. No final, éramos três disputado em nível nacional, e, eu venci.

SITE: Há alguma exigência para ser um presidente da Cáritas?

DOM FLÁVIO: A exigência para ser um presidente é a de que o cargo seja ocupado por um bispo.

SITE: E como ficarão suas atividades na Diocese de Abaetetuba?

DOM FLÁVIO: Eu vou ter de conciliar as atividades da Diocese de Abaetetuba com os trabalhos na presidência, mas acredito que conseguiremos trabalhar bem, pois dividiremos o trabalho. Há, além de mim, uma vice-presidente e diversos outros companheiros. Eu continuarei morando em Abaetetuba e me deslocarei esporadicamente aos outros estados para resolver alguns assuntos.

SITE: E o seu cargo de secretário executivo da CNBB Norte 2?

DOM FLÁVIO: O novo cargo não me atrapalhará nesse cargo. Acredito que eu vou conseguir conciliar tudo.

SITE: Como e quando iniciou o seu interesse pela Cáritas?

DOM FLÁVIO: O meu interesse pela Cáritas começou logo quando eu fui nomeado bispo. Eu já trabalhei com a Pastoral Vocacional, mas sempre gostei do lado social.

SITE: Qual será o diferencial desse novo trabalho?

DOM FLÁVIO: O diferencial será, em relação aos outros, a dimensão nacional.

SITE: Qual será o seu foco como presidente?

DOM FLÁVIO: Meu foco e minhas metas na nova missão serão o cumprimento da diretriz estabelecida na última Assembleia Nacional, que ocorreu no período de 9 a 12 de novembro. Essa diretriz diz exatamente assim: ‘compromisso com a construção do desenvolvimento solidário sustentável e territorial, na perspectiva de um projeto popular de sociedade democrática’.

http://www.arquidiocesedebelem.org.br/interno/preview_abrir_noticia.php?noticiaid=420&linkid=68&categoriaid=3


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O QUE UMA ESCRITORA HOLANDESA FALOU DO BRASIL

LEIA COM BASTANTE ATENÇÃO

Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.
Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.
Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.

Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.
Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.
Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.
Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.

Os dados são da Antropos Consulting:

1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO- 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México , são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é 1º maior mercado de jatos e helicópteros executivos do mundo.

Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?

1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?

Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando..

É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.

Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada
Brasil!!

Fé Abaetetubense






FOTOS: Angelo Paganelli e Padre Renilson

domingo, 27 de novembro de 2011

Pesquisa Datafolha antecipa derrota dos separatistas

Ronaldo Brasiliense

A diferenca superior a 30 pontos percentuais a favor do Não na campanha para dividir o estado do Pará foi uma ducha de água fria nos ânimos dos separatistas.

As derrotas dos estados de Carajás e Tapajóss no plebiscito do dia 11 de dezembro mostram que o marqueteiro baiano Duda exagerou na dose em seus ataques à auto-estima de todos os paraenses, de todas as regiões.

A pesquisa Datafolha sobre o plebiscito do Pará foi exibida a 15 dias da votação e deixa pouca margem de manobra para uma reviravolta até 11 de dezembro.

Os mais de 30 por cento contra a divisão do Pará representam mais de um milhão de votos, diferenca dificil de ser tirada em 15 dias.

A propaganda do Sim em favor da criação de Carajás e Tapajós teria que conquistar quase 100 mil votos por dia para tentar virar o jogo o que a essa altura do campeonato, convenhamos, é tarefa hercúlea.

Para se ter idéia do montante de votos quie representam 30% do eleitorado, a diferença a favor de um Pará sem divisão representa mais que todo o eleitorado do hipotético estado de Carajás.

A propaganda agressiva imposta por Duda Mendonça no horário de propaganda eleitoral não surtiu efeito nos 1,5 milhão de eleitores de Belém e região metropolitana.

A pergunta que não quer calar que nunca foi respondida por Duda Mendonça e sua equipe de marqueteiros importados sempre foi: o que ganham os 980 mil eleitores de Belém com a divisão do Pará?

E o que ganham os eleitores de Ananindeua, Marituba, Santa Izabel, Santa Barbara, Benevides e Castanhal com a divisão do Pará?

E o que ganham os habitantes de Capanema, Bragança, Vigia, Colares, Maracanã, Marapanim, Marudá, São João de Pirabas, Nova Timboteia e Salinópolis com o separatismo?

E o que ganham os eleitores de Peixe-Boi, Ourém, Paragominas, Dom Eliseu e Rondon do Pará com a divisão do estado?

E o que ganham com a criação de Carajás e Tapajóss os habitantes de Barcarena, Abaetetuba, Igarapé Mirim e Moju?

Duda Mendonça pode ser bom de marketing, mas deve ser ruim de conta: comprimir 4,8 milhôes de almas paraenses em 18 por cento do território não dá para engolir!

Agora, meus amigos de Carajás e Tapajóss, Inêss é morta! Tarde demais, até a próxima!

Boa viagem de volta à Bahia de Dorival Caymmi, Duda Mendonça!

Fonte: http://www.oparaense.com.br/

sábado, 26 de novembro de 2011

VENHA PASSAR O CÍRIO EM ABAETETUBA!

No mapa, você tem os caminhos para a Pérola do Tocantins!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Círio 2011

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Colaboração do Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa
Um dos melhores Blogs sobre Abaetetuba: Confira neste LINK


PARABÉNS!!!

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Fazenda Pica-Pau

Eleita pelo Ministério da Agricultura, em Brasília, como modelo de estrutura, a fazenda Pica-Pau está localizada no município de Abaetetuba, Pará, Brasil.
De propriedade da Portal do Boi, a fazenda teve a construção de seu refeitório concluída em julho. Cerca de 80 pessoas, entre funcionários e prestadores de serviços, fazem refeições no local. Terá também um alojamento, que está em fase final de obras, e será entregue ainda em 2011, no mês de dezembro.
O curral de embarque atende a todas as adequações necessárias para operar com a exportação de gado vivo.

Localização:
Fazenda Pica-Pau
PA 150, km 89
Abaetetuba, Pará - Brasil

União cobra R$ 15 milhões de descendentes de escravos

Depois de mais de uma década de reivindicações, nove comunidades quilombolas da região de Abaetetuba, a 55 quilômetros de Belém, conseguiram reconhecer em 2002 a titularidade coletiva de uma área de 11 mil hectares, por meio de um registro no Instituto de Terras do Pará (Iterpa). São descendentes de escravos que fugiram dos engenhos de cana-de-açúcar e se instalaram nas cabeceiras de rios, como o Tocantins. Um século depois da Lei Áurea, a Constituição Federal garantiu a esses grupos a posse das terras que habitam.

Mas os cinco mil moradores das comunidades de Abaetetuba não esperavam que, regularizada a titularidade, receberiam, quatro anos depois, uma cobrança milionária da Receita Federal. "Temos uma dívida maior que nós mesmos", diz Edilson Costa, coordenador da Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos de Abaetetuba (Arquia), que reúne os grupos afetados.

Corre na 1ª Vara Cível de Abaetetuba um processo de execução fiscal de R$ 15 milhões, em valores atualizados, contra a Arquia. Ao contrário das terras indígenas, de propriedade da União, as áreas quilombolas são registradas em títulos imobiliários, emitidos em nome de associações formadas pelas próprias comunidades.

A Fazenda Nacional quer que os descendentes de escravos arquem com o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), numa dívida que remontaria ao ano de 2003. O argumento do Fisco é que a lei do ITR (Lei nº 9.393, de 1996) não inclui as terras quilombolas entre aquelas isentas do imposto. No processo de execução, a Fazenda pede inclusive a penhora de bens das comunidades - no caso, a própria terra.

A notícia da cobrança foi recebida entre os quilombolas com apreensão. As 1,2 mil famílias residentes nas comunidades de Abaetetuba vivem principalmente do extrativismo, tendo o açaí como carro-chefe, além da pesca. A renda de cada unidade familiar é inferior a um salário mínimo. "Pensamos que as portas estariam abertas para nós a partir da hora em que as terras fossem regularizadas. Mas a dívida veio exatamente com a regularização", diz o coordenador da Arquia. A situação irregular com a Receita impossibilita a obtenção de financiamentos para a produção agrícola e benefícios para projetos federais de habitação, como o Minha Casa Minha Vida.

Representantes comunitários contam que, na tentativa de resolver o problema, bateram às portas da Defensoria Pública, do Ministério Público e da própria Receita Federal, mas sem sucesso. Com a intermediação da Comissão Pró-Índio, de São Paulo, a causa da Arquia foi assumida por um grande escritório de direito empresarial do Rio de Janeiro, em um caso pro bono.

"É verdade que poderia haver uma isenção expressa na legislação para as terras quilombolas, como há para as comunidades indígenas", afirma o advogado Luiz Gustavo Bichara, do Bichara, Barata, Costa & Rocha Advogados, que defende a comunidade quilombola na Justiça. Mas, segundo ele, isso não significa um vácuo na legislação tributária. "As terras quilombolas são áreas de reserva legal. E a lei do ITR prevê a não incidência do imposto sobre as áreas de reserva."

O advogado argumenta que, além da discussão legal, o reconhecimento das terras quilombolas e sua titulação é uma dívida histórica da União. O artigo 68 da Constituição diz que os "remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras" terão reconhecida "a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos". Mas a cobrança do ITR, segundo Bichara, tornaria esse reconhecimento inviável. "A União dá com uma mão, mas tira com a outra. Estão cobrando de pessoas que não têm riqueza alguma."

Os residentes de Abaetetuba não são os únicos afetados. Em Oriximiná, na região do Baixo Amazonas, no Noroeste do Pará, outras sete comunidades receberam uma cobrança de R$ 2 milhões, em valores não atualizados.

Apesar de haver no Brasil 1.715 comunidades quilombolas certificadas (ou seja, delimitadas e protegidas), somente 110 títulos de terras foram concedidos até o momento, conforme a Comissão Pró-Índio de São Paulo. Segundo Carolina Bellinger, advogada da comissão, 60% das comunidades que detêm os títulos não declaram o ITR. No caso das comunidades de Abaetetuba e Oriximiná, o problema surgiu porque, na tentativa de cumprir suas obrigações, as associações declararam o imposto na condição de isentas. As declarações caíram na malha fina da Receita, que lançou a cobrança.

Por: Maíra Magro

www.valor.com.br

Dom Flávio Giovenale - Eleito novo presidente da Cáritas Brasileira

Dom Flávio Giovenale, da Diocese de Abaetetuba, no estado do Pará, foi eleito com 63% dos votos para ocupar o cargo de presidente da entidade nos próximo quatro anos. No total, 117 delegados participaram deste processo. Dom Flávio recebeu 74 votos e dom Guilherme Antônio Werlang, da diocese de Ipameri (GO), ficou com 43.

O processo eleitoral foi realizado durante o IV Congresso e XVIII Assembleia Nacional da Cáritas Brasileira realizado em Passo Fundo (RS).

Anadete Gonçalves Reis foi reeleita para a vice-presidência da entidade com 99% dos votos.

Perfil

O Bispo de Abaetetuba é sacerdote católico da ordem dos salesianos, originário da cidade de Murello, Itália, nascido no dia 06 de maio de 1954.

Estudou Filosofia no Instituto Salesiano de Filosofia e Pedagogia em Lorena, São Paulo entre os anos de 1975 e 1976 e Teologia no Instituto Teológico Pio XI, também em São Paulo, entre 1978 e 1981. Pós graduou-se na Universitá Pontificia Salesiana (Fac. Spiritualitá) em Roma (1984-1985).

Declarou seus votos religiosos em 8 de setembro de 1971 e sua ordenação Presbiteral ocorreu em 20 de dezembro de 1981 em Murello (Itália). Foi ordenado Bispo em 8 de dezembro de 1997 assumindo a Diocese de Abaetetuba.

Antes de ser nomeado Bispo, Dom Flávio Giovenale trabalhou na Pastoral Vocacional no Estado do Pará de 1982 a 1983, foi Reitor do Seminário Menor em Manaus (AM) entre os anos de 1986 a 1989, retornando novamente ao cargo de Reitor do Seminário Maior em Manaus durante um ano (1990-1991); foi Ecônomo da Província de 1992 a 1997 e Procurador Missionário para o Brasil nos anos de 1994 a 1997.

Como Bispo exerceu o cargo de Secretário Executivo nos anos de 1999 a 2003 e Presidente de 2004 e 2007 do Regional Norte 2 da CNBB. Este ano Dom Flávio foi eleito a assumir, pela segunda vez, o cargo de Secretário Executivo da CNBB Norte 2 .

Equipe de Comunicação Cáritas Brasileira

Vergonha!

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Uma vergonha esse tipo de serviço. E ainda colocaram a foto no site oficial da prefeitura. Quem é esse(a) ótimo(a) (des)assessor de imprensa?