segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Projeto 1 Milhão de Bíblias

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Secretário do organismo visita o Estado do Pará para entregar material
BRASÍLIA, terça-feira, 24 de agosto de 2010 (ZENIT.org) – O secretário geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), Dom Dimas Lara Barbosa, está em Abaetetuba (Pará, norte do país), para entregar kits do “Projeto 1 Milhão de Bíblias”.
Nesta terça-feira, o bispo visita a sede do Regional Norte 2 da CNBB (Pará e Amapá) para divulgar a campanha.
Desenvolvida em parceria com a Comissão para a Missão Continental no Brasil, a campanha faz parte do projeto “O Brasil na Missão Continental”, que tem por objetivo entregar kits (Bíblia Infantil, Catecismo, ABC da Bíblia) para todos que não têm condições de comprar.
O tema da campanha é “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações, e batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19) e o lema “Discípulo e servidores da Palavra de Deus”.
A arquidiocese de Belém e as demais dioceses do Regional Norte 2 fizeram levantamento a partir desse projeto de evangelização e apresentaram números de quantas Bíblias precisariam receber. Só na diocese de Abaetetuba, por exemplo, foram entregues dez mil, segundo informa a CNBB.
Segundo os organizadores do projeto, alguns Regionais da Conferência episcopal terão prioridade no atendimento para receber os kits. Trata-se de localidades no norte, nordeste e centro-oeste do Brasil. O Regional Nordeste 4 (Piauí), foi o primeiro a receber o projeto. A Campanha foi lançada no dia 6 de março deste ano, em Teresina.
http://blog.bibliacatolica.com.br

Os territórios do tráfico desvendados

Das plantações da folha de coca na Colômbia, Bolívia e Venezuela, a droga transformada em pó, peteca ou pasta, chega ao Brasil via Itabatinga, no Amazonas. De lá, a mercadoria é transportada por rio a Abaetetuba, no Pará, e, em seguida, distribuída para todo o país. Em Belém, o produto vem pela Baía do Guajará até o rio Guamá e atravessa o Canal do Tucunduba, seguindo livremente em direção ao coração do bairro da Terra Firme.Essa é a rota descrita na “Geografia do Crime”, abordada na monografia de conclusão da especialização em Planejamento Urbano, que se ampliou, resultando em uma dissertação de mestrado defendida recentemente pelo geógrafo e pesquisador do Observatório de Estudos em Defesa da Amazônia, Aiala Colares. A pesquisa “Narcotráfico na Metrópole - das redes ilegais à ‘territorialização perversa’ na periferia de Belém” foi apresentada ao Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA) da UFPA e contemplou Colares com o prêmio “NAEA Monografias”, em 2008.O pesquisador se dedicou a analisar a relação do tráfico de drogas na periferia de Belém com as redes ilegais do narcotráfico na Amazônia de um modo geral, considerando todo o sistema mundial de circulação e distribuição de drogas. Segundo o pesquisador, primeiro o tráfico chega de outros países nas áreas mais periféricas e mais problemáticas das cidades, onde se territorializa. Mas essa dominação não se dá de forma pacífica, e sim imposta. É o que Colares chama de “territorialização perversa”.“Em toda área controlada pelo tráfico, existem conflitos entre os grupos criminosos e os moradores que não aceitam o domínio do território, entre grupos criminosos rivais, entre grupos criminosos e a polícia...”, explica Aiala Colares. Em outras palavras, a “territorialização perversa” se refere à maneira como traficantes e moradores mantêm uma relação tensa, marcada, sobretudo, pela violência urbana.A partir dessa dinâmica, a pesquisa analisa a formação de uma rede social do crime, que se refere ao envolvimento da sociedade com a criminalidade diante da falta de assistência do Estado. “Por exemplo, para o jovem da periferia, a atuação no tráfico representa ‘prestígio social’, uma vez que ganha muito mais dinheiro com o comércio de drogas do que como assalariado”, destaca Colares. A atuação de jovens no comércio da droga se dá principalmente na distribuição para outros bairros e como “soldados do tráfico”, que são aqueles que recebem para matar integrantes de facções rivais, delatores ou usuários inadimplentes.
Leia na íntegra:

Conselheiros de Abaetetuba participam de formação sobre direitos de crianças e adolescentes

Ação faz parte do projeto da Associação Nacional dos Centros de Defesa para fortalecer a comunidade de Abaetetuba e evitar episódios como o da menina presa com homens em 2007

Começa nesta segunda-feira, 30, a Formação de Conselheiros de Abaetetuba, ação que prevê a atualização dos conselheiros de Abaetetuba e municípios da região (Igarapé Miri, Barcarena, entre outros) sobre direitos de crianças e adolescentes. Cerca de 100 pessoas estão confirmadas para participar da formação, que é voltada também para profissionais da área da saúde, educação, etc.

A formação vai reunir temas diversos como a história social da infância no Brasil, as mais recentes alterações do Estatuto da Criança e do Adolescente, o papel da Polícia, do Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública no sistema de proteção de crianças e adolescentes, o direito de participação de crianças e adolescentes nos assuntos que lhes dizem respeito, o orçamento criança e os fundos da política da infância, etc.

A formação começa na segunda-feira e vai até sexta-feira. Entre os palestrantes está o coordenador do Disk Denúncia Nacional, Joacy Pinheiro, além de um dos coordenadores da Associação Nacional dos Centros de Defesa (Anced), Antônio Pedro Soares. Além deles, participam da formação técnicos dos cedecas Ceará, Emaús, Bento Rubião e Rio de Janeiro.
A ação faz parte do Projeto de Intervenções Exemplares, coordenado pela Anced e que tem o “caso Abaetetuba” como um das linhas de ação, prevendo a defesa jurídica da adolescente e de sua família, bem como o fortalecimento da comunidade onde o fato ocorreu, como forma de evitar novas violações.

http://www.cedecarj.org.br/noticias/60

SEMA ENCONTRA INFRAÇÕES AMBIENTAIS EM ABAETETUBA E APA DO COMBU

Duas serrarias clandestinas e uma embarcação que transportava oito metros cúbicos de madeira foram autuadas na Área de Proteção Ambiental (APA) do Combu durante fiscalização da Sema (Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará), nesta quinta-feira (19) e sexta-feira (20).

A rede atravessava a região conhecida como Furo Grande, próximo a Ilha das Onças. As serrarias estavam localizadas às margens dos rios, produzindo resíduos na localidade.

No mês de agosto, a equipe de fiscais da Sema ainda realizou uma operação no período de 10 a 17, quando foram apreendidas três redes ilegais de pesca e lavrados mais três autos de infração para os proprietários de terrenos onde igarapés estavam sendo barrados.

Uma das redes atravessava de uma ponta à outra um dos braços do Rio Maracapucu, que percorre a cidade de Abaetetuba, nordeste paraense. As outras duas não atendiam as normas de 7 cm nos entrenós opostos.

No caso dos igarapés, o proprietário de um dos terrenos tinha iniciado uma barragem para fazer uma piscina natural e outro para uso particular. Em um deles já estava desmatada a mata ciliar, que é a vegetação localizada às margens de rios, córregos, lagos, represas ou nascentes, considerada área de preservação permanente, explicou o engenheiro de pesca da Sema, David Luz. Os rios fiscalizados em Abaetetuba foram Maracapucu, Maratauira, Sacoeira Mirim, Tucumanduba, Tucumandubazinho e Arumanduba.

http://www.orm.com.br/plantao/noticia/default.asp?id_noticia=486104

DICIONÁRIO PAPACHIBÉ

Dicionário criado por Raymundo Mário Sobral já reúne mais de 1.500 expressões populares na região

Conversa daqui, conversa dali. É quase impossível, no uso da linguagem cotidiana, não usar expressões populares de cada região. Em Belém, inúmeras palavras surgem deslocadas de seu contexto original e ganham novo significado para usos diversos. Pois a linguagem é assim, dinâmica e muda constantemente. Atento a este fenômeno lingüístico, o jornalista e colunista do DIÁRIO DO PARÁ Raymundo Mário Sobral lança a quarta edição do livro “Dicionário Papachibé”.

Já são mais de 1.500 palavras e expressões catalogadas – algumas estão em desuso e outras foram incorporadas com o passar dos anos, já que o primeiro volume foi lançado em 1996.

As palavras aparecem em ordem alfabética, com sua devida significação popular. Um pequeno texto, quase sempre uma situação cômica, com exemplo de uso do termo, serve para orientar os leitores. Com três volumes e nove edições, o autor já vendeu mais de dez mil livros. O número é motivo de orgulho.

“Para um autor paraense é muita coisa, motivo de pavulagem. Para mim significa o interesse das pessoas pela nossa linguagem. Tem até um certo sentido didático, já que se não publicarmos essa expressões em um livro, elas vão desaparecendo”, diz.

A ideia de conceber um dicionário com termos do “paraensês” surgiu justamente de uma conversa, informalmente. Naquele ano, Sobral conversava com seu amigo Hiroshi Yamada e, durante o bate-papo, uma dessas expressões peculiares foi dita. Foi então o pontapé para ambos começarem a lembrar de uma infinidade de outras palavras e frases que costumavam ouvir.

“Rapidamente nos desafiamos sobre quem se lembrava de mais palavras. E contamos 30”, diz. E o amigo deu a ideia: começar a publicá-las na coluna Jornaleco. Da reunião das palavras já publicadas surgiu o primeiro volume do Dicionário Papachibé, que vendeu seis mil exemplares em seis edições.

A pesquisa e a publicação de termos continuaram e foram lançados mais dois volumes. Os leitores sempre ajudam, sugerindo novas palavras. Além disso, Raymundo Sobral costuma pesquisar também em livros da literatura regional, em obras de autores como Dalcídio Jurandir, Lindanor Celina e Benedicto Monteiro. Mas, longe de querer parecer filólogo ou lingüista, Sobral assume-se como um mero “linguajista”, apaixonado pelas falas das ruas, dos bairros e dos mocós mais remotos.

“O objetivo do livro é perenizar, preservar modestamente essas expressões. Muitas são da capital, mas existem expressões de Abaetetuba e da Ilha do Marajó”, diz o autor.

Confira algumas expressões:

AGUADA - Pessoa sem graça.
BATER NO XARQUE - Manter uma relação sexual.
CAIXA BOZÓ - Um lugar remoto, muito longe.
DESINCAIPORAR - Superar a má sorte.
ESQUENTAR A MORINGA - Ficar chateado.
FURICO - O mesmo que traseiro, bumbum.
GUARASUCO - Apelido que se dá a quem está em todas.
INHACA - Cheiro ruim.
LEVOU O FARELO - O mesmo que se dar mal.
MAMAR NA ONÇA - Condição de quem se casa com uma mocréia.
PEGAR O BECO - Bater em retirada.
QUIQUIRICOU - Caiu, levou um tombo.
TE ACOLHIA NA MINHA ILHARGA - Vem pra cá, aproxime-se.
UM ALHO - Pessoa afoita, muito agitada.
XEXELÉU - Qualificação de quem é subserviente, o popular puxa-saco.
Fonte: Diário do Pará

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O ESPAÇO É DO LEITOR!

O Texto, na íntegra, merecidamente trazido para a primeira página, é um comentário do Leitor "Miguel", sobre a postagem "UM HOMEM DE CORAGEM OU COMO QUEIRAM CLASSIFICAR..."
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"O jogo político é assim mesmo, não se tem inimigos ou amigos, mas sim adversários e aliados e dependendo da conjuntura e dos interesses, partidos políticos e os próprios políticos podem aliar-se a seus adversários. Quem um dia poderia supor que o PT e o PMDB formariam uma chapa, ou que quadros do PSOL seriam simpáticos a quadros aliados ao PSDB. Em Minas Gerais acontece algo mais impressionante a aliança entre PT e PSDB, foi assim nas eleições municipais de 2008, o Governador Aécio Neves (PSDB) e o Prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT) apoiaram juntos um candidato do PSB a prefeitura da capital mineira.
Os mais novos, talvez não saibam, mas Lula no final da década de 70 era cabo eleitoral de Fernando Henrique Cardoso, e este e o PSDB apoiaram Lula no 2 turno das eleições presidenciais de 1989, a qual foi vencida por Fernando Collor, que saiu do governo acusado de corrupção, mas hoje é base de governo de Lula.
No Pará tivemos em 2006 o apoio de Jader Barbalho ao PT "adversários históricos" e atualmente Gerson Peres (PP), "aliado histórico do PSDB" está junto com Ana Júlia (PT) que também tem apoio de Duciomar Costa que nas eleições de 2004 foi apoiado por Simão Jatene (PSDB) contra a própria Ana Júlia, que quando foi candidata ao Senado Federal em 2002 era aliada de José Nery, hoje no PSOL e adversário do PT.
Futuramente poderemos ver novos arranjos, vocês já imaginaram Lula, presidente e Serra, vice em uma mesma chapa; ou Jatene, governador e Ana Júlia vice; ou ainda Luiz Lopes, prefeito e Francineti, vice, ou vice e versa, Francineti, prefeita e Luiz Lopes, vice. Legal, a brincadeira, também podemos ter Nery, prefeito e Pipico, vice; Pipico, prefeito e Chita, vice; Francineti, prefeita e Nery, vice; Luiz Lopes, prefeito e Ronald, vice ou ainda Ronald, prefeito e Pipico, vice. Parece brincadeira, mas são possibilidades.
As vezes vou assistir o pôr-do-sol na frente da cidade e fico imaginando um secretariado multipartidário quem sabe o PSDB na assistência; o PT na educação; o PSOL na saúde; o PMDB na administração. Já tivemos e temos secretários competentes em alguns setores, pois viveram em governos diferentes, já pensaram se trabalhassem juntos....
Conclusão: A política partidária é um processo em constantes mudanças e que bom! Pois isso contribui para a evolução do pensamento das pessoas que aprendem que quem um dia foi seu adversário, pode ser seu aliado e quem sabe se a solução para nossos problemas não seria a aliança de todos os partidos políticos trabalhando juntos pelo bem do povo, pois é melhor viver na UNIDADE do que "partidos"".
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Do Folha de Abaetetuba: Achei o texto muito interessante, e vocês?
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domingo, 22 de agosto de 2010

Espaço Democratico do Leitor!

Recebemos e-mail do Leitor Haroldo Felgueiras Pantoja, solicitando ao Blog a publicação de uma reportagem, conforme segue:

Boa tarde, sabendo que seu blog permite que as pessoas se expressem democraticamente, gostaria se possível que divulgasse esta entrevista concedida pelo Presidente da Confederação Nacional dos Municípios. Nela ele comenta sobre as dificuldades financeiras que atinge grande parte dos municípios brasileiros, causando transtornos as suas populações. Abaetetuba, esta incluída neste contexto de dificuldades. O grande broblema é o repasse do Fundo de Participação dos municípios (FPM), o qual, nos últimos meses vêm decaíndo. Obrigado, Haroldo Pantoja.
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Segue, então, a entrevista:
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Em entrevista, Ziulkoski fala das dificuldades enfrentadas pelos Municípios
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O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, concedeu entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, nesta terça-feira, 10 de agosto. Além de falar sobre as previsões do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que não são otimistas, Ziulkoski conversou sobre outras dificuldades enfrentadas pelos Municípios.

Ele explicou que a maioria dos Municípios, aproximadamente 4.500, tem o FPM como principal fonte de receitas. “Esses Municípios não têm base urbana, não têm valor agregado, é do FPM que sobrevivem”, destacou. Sobre as desonerações tributárias feitas pelo governo, fez uma crítica: “Porque a União não faz desonerações na Cofins, em outra contribuição dela? Isso tudo é autorizado pelo Congresso Nacional, que se diz defensor dos Municípios”, lamentou.

Ziulkoski falou sobre a aflição dos prefeitos com as previsões do FPM, cada vez menos animadoras. No início do ano, a previsão era de R$ 58 bilhões, mas já caiu para R$ 53 bilhões. “E o aumento do salário mínimo? Da inflação? Do piso do Magistério Público? Como o prefeito fecha as contas e cumpre as exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal?”, indagou.

Ele destacou que, diante dessas dificuldades, a mídia e muitos cidadãos culpam os prefeitos e dizem que os problemas são resultado da incompetência deles. “Mas ninguém conhece o drama vivido pelos Municípios em que a União fica com a maioria dos recursos e só chama os Municípios para repassar mais atribuições”, afirmou.

Questionado pelo repórter sobre uma possível solução, Ziulkoski destacou que, infelizmente, falta conhecimento à população. “O dinheiro que o cidadão paga em tributos, não sabe para quem está pagando. Esses valores deveriam se reverter em benefícios para ele, se cada ente da federação assumisse as suas atribuições", falou.

Outra observação de Ziulkoski refere-se à necessidade de construir uma parceria de verdade entre os entes. “Parceria é andar junto, construir junto, cada um assumindo as suas atribuições, civilizadamente, com respeito um ao outro, transparência”, disse. Para o presidente da CNM, a União faz o contrário, explora os Municípios.

Fiscalização Ziulkoski também falou sobre o processo de fiscalização desenvolvido pela Controladoria-Geral da União (CGU). Ele elogiou e reconheceu a importância do trabalho, mas sugeriu que o sistema seja estendido, além dos pequenos Municípios, às médias e grandes cidades, aos governos estaduais e à União.

sábado, 21 de agosto de 2010

Datafolha: Dilma 47%, Serra 30%

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Fonte: Instituto Datafolha

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Do Folha de Abaetetuba: Foi no horário político: Lula entrou em campo e decidiu a parada ainda no primeiro tempo (ou seja, no primeiro turno). Sorry... Bye, Bye, Serra!
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terça-feira, 17 de agosto de 2010

A CORRENTE EM DESFAVOR DO "OLHEIRO"

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O Blog recebeu da Leitora Anna Barreto (annabarrreto@hotmail.com) o pedido de repassar a corrente em relação a um OLHEIRO (que desconhecemos quem seja). Mesmo assim, mantendo o perfil democrático do Blog, e considerando que o texto apresenta uma linguagem simplesmente opinativa, segue o mesmo, na íntegra:
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“OLHEIRO”, IDIOTA, MOLEQUE OU AGRESSOR? VOCÊ DECIDE!

Esta semana meus netos adolescentes riam, debochavam e se divertiam lendo um panfleto que circula em nossa cidade denominado “OLHEIRO”.

Pedi pra ver e constatei que o “OLHEIRO” usa uma linguagem vulgar e pejorativa, onde os valores que aprendemos com os nossos pais e tivemos a preocupação de ensinar para nossos filhos como: RESPEITO, ÉTICA, RESPONSABILIDADE são substituídos, por VULGARIDADE, CALÚNIA, MOLECAGEM, FALTA DE RESPEITO, que longe de ajudar a melhorar nossa cidade, só contribui torná-la pior. Pergunto:
EM QUE MOMENTO AS PESSOAS QUE PERDEM SEU TEMPO ESCREVENDO INVERDADE E DENEGRINDO A IMAGEM DE OUTRAS PODEM SER CONSIDERADAS COMPROMETIDAS COM AS MUDANÇAS SOCIAIS? QUEM NÃO TEM NADA A ESCONDER EXPRESSA SUAS OPINIÕES ABERTAMENTE!

É verdade que todas as pessoas têm direito à sua opinião. No entanto, há opiniões que são tolas, imbecis, mentirosas, infundadas e, propositadamente, ofensivas espalhando calúnias e boatos, para se vingar, destruindo a dignidade, o bom-nome e a honra das pessoas.

VOCÊ JÁ PAROU PARA PENSAR QUE O “OLHEIRO” PODE SER UMA PESSOA COM UM PASSADO E ATÉ MESMO UM PRESENTE MAIS SUJO DO QUE AQUELAS, QUE ELE INSISTE EM ATACAR E SE ESCONDE ATRÁS DE UM PLAFETO, PARA DESVIAR A ATENÇÃO SOBRE SI?

Nosso município registra altos índices de violência não apenas urbana, mas, também, doméstica, familiar, contra, idosos, mulheres, religiosos, além de outras, todas visualizadas nos texto que o “OLHEIRO” produz.
Entre as causas apontadas pelos especialistas para a violência encontram-se o desrespeito, a prepotência, a calúnia, a difamação tornando a violência moral algo que o “OLHEIRO” deve se orgulhar, uma vez que a estratégia que ele utiliza assegura a sua impunidade e a banalização da vida do ser humano.
Nenhuma pessoa de espírito equilibrado e de bom senso pode transformar a sociedade usando a violência moral como estratégia. A impressão que me dá é a de que estamos apáticos diante de uma situação de atentado aos valores humanos. Aceitamos tudo, rimos, calamo-nos com as arbitrariedades sofridas e observadas e o que é mais grave, FAZEMOS CÓPIAS E REPASSAMOS PARA OUTRAS PESSOAS, ajudando o “OLHEIRO” a se fortalecer. É cada um por si…é a violência dissimulada que adentra em nossos lares.
NÃO SERIA O MOMENTO DE TOMARMOS UMA ATITUDE? OU CORREMOS O RISCO DE SOFRER O QUE DIZ O POEMA ABAIXO:
“Na primeira noite, eles se aproximam e colhem uma flor de nosso jardim. E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão. E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada? já não podemos dizer nada!”
(Maiakovsky)
OBS. Não se trata de uma defesa das pessoas que o “OLHEIRO” está atacando! Apenas de divulgar pensamentos que comungo e assim tentar ser multiplicador de mensagens e energias construtivas para uma Abaetetuba melhor! ENTRE NESTA CORRENTE, este é um material que precisa chegar à maioria dos lares abaetubenses! Quem guardar está compactuando com ELE e você pode ser a sua PRÓXIMA VÍTIMA!
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O IMBRÓGLIO NA SAÚDE MUNICIPAL PERMANECE SEM SOLUÇÃO!

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O Leitor encaminha, através de e-mail ao Blog, planilha comparativa com informações de verbas recebidas pelo município na área da saúde, que comprovam aumento dos repasses para a saúde. Também denúncia remanejamentos e cortes de salários dos servidores da área da saúde que têm participado da greve. Se confirmado, o fato configura ato ilegal de improbidade administrativa.
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Caro Edu,
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Este é um comparativo dos recursos repassados a Prefeitura de Abaetetuba e Secretaria de saúde nos anos de 2008 e 2009. Deixa eu explicar melhor: É que a prefeita insiste em dizer que os recursos da saúde diminuíram, se referindo apenas ao tal do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que de fato aconteceu, porém a saúde do município não vive apenas deste recurso, arrecada de outros como vc pode comprovar nesta tabela, sendo que teve um "saldo positivo" em 2009 de R$ 527.225,42, quer dizer no geral os recursos AUMENTARAM, só que pela péssima gestão acabou comprometendo o município sabe lá de que forma. Outra: Todos os enfermeiros (as) que participam da greve tiveram seus salários cortados (as gratificações) do mês de julho, passamos a receber apenas o salário base, fomos remanejados para outras Unidades sem qualquer tipo de explicação ou justificativa plausível, enfim estamos sofrendo assédio moral de todos os setores da prefeitura e secretária de saúde, passamos a estar na mira da prefeita e do secretário. Mais uma informação: Haverá uma audiência pública nesta 6ª feira a partir das 8:00h, só não sei ainda lhe confirmar o local, mas se não me engano será na Barraca de Conceição. Nos dê essa força com seu blog, divulgue e participe.
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Um abraço.
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(* Texto moderado a pedido do autor/leitor)