terça-feira, 8 de junho de 2010

VIOLÊNCIA... PRA QUÊ???

'

'
'

MEMBRO DAS FARC É PEGO COM 14 KG DE PÓ

A atuação de policiais militares do Núcleo de Destacamento Itinerante da PM, por meio do 9º Batalhão de Polícia Militar do Pará, resultou na detenção do colombiano Daniel Saldaña e do brasileiro Adolfo Cruz, ambos de 37 anos, por tráfico de drogas. Na última quarta-feira, 31, os traficantes foram encontrados com 14 quilos de cocaína pura.

A guarnição, que prendeu Daniel Saldaña e Adolfo Cruz, estava sob o comando do 1º sargento Navegante e composta pelo cabo Ney, soldados Magno e Alves. Os policiais militares informaram que Daniel Saldaña é ex-militar do Exército Colombiano, com especialidade em guerra na selva e contraguerrilha. Após a dispensa do Exército, ele passou a integrar as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

Os entorpecentes vieram da Colômbia e entraram no Brasil na divisa das cidades de Letícia e Tabatinga. A detenção foi realizada quando os traficantes estavam em uma canoa de madeira do tipo ‘rabeta’. Ao avistarem a guarnição da PM, os homens atiraram. Na canoa havia mais um homem, o brasileiro Sebastião Flores, 47 anos, que conseguiu fugir. A droga seria entregue em Abaetetuba. (Diário do Pará)
'
'
'
'
TRAFICANTES SÃO PRESOS POR MILITARES DO 9º BPM

A atuação intensiva dos policiais militares do Núcleo de Destacamento Itinerante da PM, por meio do 9º Batalhão de Polícia Militar do Pará (BPM), resultou na detenção do colombiano Daniel Saldaña e do brasileiro Adolfo Cruz, ambos de 37 anos, por tráfico de drogas. Na última quarta-feira, 31, os traficantes foram encontrados com 14 Kg de cocaína pura.

A guarnição, que prendeu Daniel Saldaña e Adolfo Cruz, estava sob o comando do 1º sargento Navegante e composta pelo cabo Ney, soldados Magno e Alves. Os policiais militares informaram que Daniel Saldaña é ex-militar do Exército Colombiano, com especialidade em guerra na selva e contraguerrilha. Após a dispensa do exército, o traficante colombiano passou a integrar a FARC – Força Revolucionária da Colômbia.

Os entorpecentes eram oriundos da Colômbia ao sair da cidade de Letícia com destino para Tabatinga (Brasil). A detenção foi realizada quando os traficantes estavam em uma canoa de madeira, do tipo rabeta, ao avistarem a guarnição da PM os homens tentaram fugir e dispararam tiros. A canoa estava por mais um homem que consegui fugir. Segundo Daniel e Adolfo, o fugitivo se trata do brasileiro Sebastião Flores, 47 anos, e a droga seria entregue em Abaetetuba, PA.
'
'

'
'
POLÍCIAIS MILITARES TERIAM MATADO UM INOCENTE
'
Familiares de Marlon da Costa Rodrigues, de 23 anos, funcionário de um parque de diversão, que foi baleado e morto por policiais militares após uma ação ocorrida no último dia 26 de abril, no município de Abaetetuba, no nordeste paraense, acreditam que ele tenha sido morto por engano.
Segundo policiais militares, Marlon teria efetuado disparos de arma de fogo em uma festa e acabou atingindo duas pessoas, uma delas teria participado do assassinato de um rapaz de 14 anos, em março deste ano. Os PMs disseram que Marlon reagiu à prisão atirando neles, mas a família contesta a versão e afirma que o jovem nunca se envolveu com a criminalidade, nem teria motivo para ser executado pelos policiais.
“Balearam meu filho injustamente e ainda atrapalharam o socorro dele, dizendo no hospital: ‘deixa ele pra lá, bandido tem que morrer’. Ele (Marlon) não era bandido”, disse Maria Conceição da Costa Rodrigues, de 44 anos.
Após o tiroteio na festa, ocorrido por volta das 21h, populares indicaram onde estaria o atirador. Assim, os policiais envolvidos, que são do grupamento Tático da PM, saíram em perseguição ao acusado. Logo eles encontraram Marlon na rua José Gonçalves Chagas e um soldado da guarnição o alvejou com um tiro nas costas e outro no braço. Marlon ainda teria sido agredido pelos policiais antes de ser levado para o hospital municipal. Fato este não confirmado. “Eles não podem agir assim. Atiram primeiro, para depois perguntar quem é. E pior, ainda fizeram de tudo para atrapalhar no socorro”, denunciou Marília da Costa Rodrigues, irmã da vítima.
Marlon deu entrada no hospital de Abaetetuba às 21h20 daquela noite. Logo depois, a irmã e a mãe da vítima tentaram ver o corpo do jovem, mas os policiais proibiram a entrada delas no local. Elas afirmam que somente depois de uma confusão na porta do hospital é que Marlon foi atendido e, às 23h50, ele foi transferido para o Hospital Metropolitano (HM), na Grande Belém. Ele chegou às 3h50, em estado gravíssimo, no HM e não resistiu. A Polícia Civil espera o laudo do Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves” para dar seguimento às investigações. A delegada Lorena estaria à frente do caso.
'
(Diário do Pará)

0 Comments: